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Crítica: "Missão Impossível - Fallout", com Tom Cruise

Logótipo de Clube de Cinema Clube de Cinema 06/08/2018 Elson Baessa
© Clube de Cinema

"Missão Impossível - Fallout" traz-nos novamente Ethan Hunt (Tom Cruise) e a sua equipa, que entram numa corrida contra o tempo, após uma missão ter corrido mal. Os agentes falharam em impedir a venda de plutónio, utilizado para criar bombas nucleares. Perante esta falha, August Walker (Henry Cavill) integra a equipa que irá recuperar o produto perdido.

É evidente o esforço colocado nas cenas de ação. Brilhantemente coreografadas, com os atores a darem o corpo ao manifesto, elevando os níveis de qualidade como do entusiasmo da cena. Aliás, a utilização do CGI é residual neste tipo de cenas, mostrando que o facto de termos tecnologia, não significa que se deva menosprezar velhos hábitos que tanto sucesso tiveram na forma como se fazia cinema.

Tom Cruise foi igual a si próprio no desempenho do personagem principal, embora explore um pouco mais o lado sentimental de Hunt, com as constantes recordações da amada Julia. Esteve como peixe na água, num papel que, naturalmente, conhece como ninguém.

Destaque ainda para a forma como a personagem de Rebecca Ferguson é retratada. Há aqui uma tentativa louvável de mudança de paradigma, no que diz respeito à forma como a mulher é retratada em filmes de espiões. É completamente independente e uma badass que pode muito bem rivalizar com Hunt.

O guião não foge muito daquilo que a saga já nos habituou, mas é sem dúvida um filme a não perder.

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