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Filmes a não perder na Cinemateca Portuguesa em outubro

Logótipo de Magazine.HD Autor: Virgílio Jesus de Magazine.HD | Diapositivo 1 de 16: Neste mês de outubro a Cinemateca Portuguesa dedica-se ao mundo da fantasia, e aos mundos que se criam para além da realidade cinematográfica, todos eles fruto da nossa mente. A temática está enquadrada numa das parcerias da instituição com o DocLisboa.Além disso, e talvez de destacar ainda mais seja o ciclo “1948”, um ano significativo na produção cinematográfica, de um mundo que estava a sair da segunda guerra mundial. Foi, aliás, nesse mesmo ano que a Cinemateca vinha a nascer. Segundo a programação da instituição este é um ciclo que retrata os melhores filmes feitos nesse ano, numa proposta dos próprios espectadores da Cinemateca.O ciclo nasceu de uma proposta do crítico austríaco Olaf Möller, bem conhecido dos espectadores da Cinemateca, que colaborou connosco na sua preparação, e é um Ciclo que, para nós, faz um especial sentido no momento em que nos preparamos para assinalar o 70 aniversário da Cinemateca – como se, em antecâmara para a comemoração que virá nos próximos meses, quiséssemos mostrar como ia o mundo (e como ia o cinema) no momento em que a Cinemateca nasceu.Como habitual, a Cinemateca preparou ainda os melhores filmes em dose dupla. No “Double Bill” deste mês são propostos quatro programas distintos. O primeiro, uma homenagem dos vivos aos mortos. No segundo foca-se a morte, a sua premonição. O terceiro programa é uma homenagem a uma certa experiência de cinema musical francês: além do incontornável Jacques Demy. Finalmente, no último programa, o de dia 27, em que comemoramos o Dia Mundial do Património Audiovisual, programámos dois filmes noir de Anthony Mann.

Neste mês de outubro a Cinemateca Portuguesa dedica-se ao mundo da fantasia, e aos mundos que se criam para além da realidade cinematográfica, todos eles fruto da nossa mente. A temática está enquadrada numa das parcerias da instituição com o DocLisboa.
Além disso, e talvez de destacar ainda mais seja o ciclo “1948”, um ano significativo na produção cinematográfica, de um mundo que estava a sair da segunda guerra mundial. Foi, aliás, nesse mesmo ano que a Cinemateca vinha a nascer. Segundo a programação da instituição este é um ciclo que retrata os melhores filmes feitos nesse ano, numa proposta dos próprios espectadores da Cinemateca.
O ciclo nasceu de uma proposta do crítico austríaco Olaf Möller, bem conhecido dos espectadores da Cinemateca, que colaborou connosco na sua preparação, e é um Ciclo que, para nós, faz um especial sentido no momento em que nos preparamos para assinalar o 70 aniversário da Cinemateca – como se, em antecâmara para a comemoração que virá nos próximos meses, quiséssemos mostrar como ia o mundo (e como ia o cinema) no momento em que a Cinemateca nasceu.
Como habitual, a Cinemateca preparou ainda os melhores filmes em dose dupla. No “Double Bill” deste mês são propostos quatro programas distintos. O primeiro, uma homenagem dos vivos aos mortos. No segundo foca-se a morte, a sua premonição. O terceiro programa é uma homenagem a uma certa experiência de cinema musical francês: além do incontornável Jacques Demy. Finalmente, no último programa, o de dia 27, em que comemoramos o Dia Mundial do Património Audiovisual, programámos dois filmes noir de Anthony Mann.
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