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OCDE revê em baixa previsão de crescimento para 2019

As nuvens negras que pairam sobre o comércio mundial refletem-se nas previsões da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE). "A tensão comercial entre os Estados Unidos e a China constitui uma grande ameaça para a economia global, afirma a OCDE. O secretário-geral Angel Gurria sublinhou que esta tensão está a ter um grande impacto no investimento e no crescimento o que levou a organização a cortar as previsões de crescimento para 2019. As consequências da escalada da crise começam a tornar-se cada vez mais evidentes" - explica a editora de economia da Euronews, Sasha Vakulina. A previsão de crescimento mundial para este ano foi corrigida de 3,9 para 3,2 por cento. A zona euro sofreu uma correção mais acentuada enquanto na América a estimativa mantém-se inalterada e na China a redução é mínima. "Atualmente trata-se da China e dos Estados Unidos e amanhã será os Estados Unidos e a Europa. É verdadeiramente inquietante para as empresas que desejam investir e contratar pessoal. Estamos à espera que a zona euro cresça apenas 1,2 por cento este ano, o que é, no mínimo, bastante moderado" - sublinha a economista-chefe da OCDE, Laurence Boone Quando a Portugal, a organização com sede em Paris reviu em baixa a previsão do Produto Interno Bruto (PIB) para 1,8 por cento e agravou a estimativa do défice para meio ponto percentual.
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