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Rendas excessivas da EDP. Manuel Pinho voltou a ser convocado

Manuel Pinho foi de novo chamado ao Departamento Central de Investigação e Ação Penal e mais uma vez mas não houve interrogatório. Uma questão técnica relacionada com um dos arguidos do processo das rendas excessivas da EDP impediu o antigo ministro da Economia de ser ouvido pelos procuradores. Manuel Pinho é arguido no processo das rendas excessivas da EDP desde julho de 2017. Nessa altura foi chamado pela primeira vez ao DCIAP. Não prestou declarações. Voltou a estar frente aos procuradores em 2018. Mais uma vez não foi ouvido. Esta terça feira aguardava-se que fosse por fim interrogado. Esteve mais de duas horas dentro do DCIAP, mas segundo a defesa uma questão técnica impediu a diligência. O ex-ministro da Economia do governo de José Sócrates é suspeito de ter favorecido a EDP e de ter recebido contrapartidas pagas pelo saco azul do Grupo Espírito Santo. O Ministério Público acredita que o antigo ministro terá recebido mais de um milhão de euros de uma empresa do GES. O processo das rendas excessivas da EDP está há sete anos em investigação. Manuel Pinho já deixou até de ser arguido neste caso depois de uma decisão do Juiz Ivo Rosa. Mas o Tribunal da Relação de Lisboa declarou o contrário e em junho deste ano voltou a ter esse estatuto.
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