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Fiscalidade digital na reunião do G7

Trabalhar por "um capitalismo mais justo" é o lema da presidência francesa do G7 e do encontro que decorre na cidade de Chantilly, a norte de Paris. Ministros das Finanças e governadores de bancos centrais tentam encontrar uma solução internacional para tributar gigantes digitais como Google e Facebook. Na semana passada, Paris desafiou o presidente dos EUA ao aprovar um polémico imposto sobre os rendimentos de gigantes da economia digital americanos em França, mesmo depois de Donald Trump ameaçar lançar uma investigação que poderia levar a tarifas comerciais. "Demos um passo bastante claro na direção dos nossos amigos americanos ao aceitar negociar uma nova taxa global sobre atividades digitais. Não só empresas digitais mas atividades digitais, incluindo as atividades digitais de outras empresas", lembrou o ministro francês das Finanças, Bruno Le Maire. Steven Mnuchin, o secretário do Tesouro dos EUA, estará presente e os Estados Unidos continuam envolvidos em negociações mais alargadas da OCDE. Apesar de as partes ainda terem de colocar-se de acordo em matéria de imposto digital, a controvérsia não existe quando o assunto são criptomoedas, como a Libra, que o Facebook quer lançar. "Os ministros das Finanças do G7 e os bancos centrais querem examinar cuidadosamente se todos os regulamentos atuais estão a ser cumpridos ou se precisarão de ser alterados no futuro para garantir a estabilidade do sistema financeiro internacional", referiu o ministro alemão das Finanças, Olaf Scholz. Fora da agenda oficial do encontro. A sucessão no Fundo Monetário Internacional. À margem do encontro do G7, o Governador do Banco de Inglaterra, considerado um candidato a substituir Christine Lagarde, deverá reunir-se com os ministros das Finanças e os líderes dos bancos centrais.
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