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Nove despesas que podem ajudá-lo a baixar o seu IRS

Logótipo de Dinheiro Vivo Dinheiro Vivo 10/02/2017 Lucília Tiago / Dinheiro Vivo

O valor do IRS depende também do volume de despesas que cada família tem.

O prazo limite para a verificação das faturas está a aproximar-se (termina no dia 15 de fevereiro) e há que ter a certeza de que todas foram comunicadas, estão devidamente validadas e inseridas na tipologia de dedução a que correspondem. Percorra as imagens e fique a par dos limites de cada categoria de deduções e o tipo de produtos que lhe corresponde.

Cada família pode usar o IVA pago nas contas de cabeleireiros, esteticistas, restaurantes ou oficinas para reduzir o imposto. Este ano, pela primeira vez também são aceites as despesas com veterinários. Limite:15% do IVA até ao máximo de 250 euros.

© Fornecido por Dinheiro Vivo

A soma das várias deduções à coleta que até agora foram referidas têm um limite global que é tanto mais reduzido quanto mais elevado o rendimento do contribuinte. Nas famílias com um rendimento anual acima de 80 mil euros, aquele teto global é de mil euros. Ou seja, mesmo que tenha 800 euros na educação e 500 em saúde, só vai aproveitar mil euros. De fora desta soma global ficam as despesas gerais familiares. 

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Os livros escolares, propinas, mensalidades de colégios são algumas das despesas de educação que ajudam a baixar o IRS. Limite: 30% dos gastos até 800 euros por família.

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As despesas com a casa também são dedutíveis ao IRS. Mas há situações e valores diferentes: quem paga renda, pode deduzir 15% deste custo até ao máximo de 502 euros; quem tem um empréstimo (contraído até ao final de 2011), pode usar 15% dos juros até 296 euros. Este limite pode ir até aos 450 euros para quem tem rendimentos mais baixos.

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As despesas na área da saúde podem reduzir o imposto até mil euros por família. O fisco contabiliza 15% do total das despesas realizadas em 2016, desde que haja fatura com NIF a justifica-las. Os produtos com IVA a 23% também contam se existir receita médica.

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Quem tem PPR terá uma dedução equivalente a 20% das entregas que fez durante o ano de 2016. Os limites máximos variam consoante a idade, oscilando entre 300 e 400 euros. Nos PPR do Estado o limite é sempre de 350 euros (700 euros por casal). 

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A generalidade dos gastos que não se enquadrem nas restantes deduções ajudam a reduzir o IRS em 250 euros. Chega-se a este valor juntando faturas (com NIF) de compras de roupa, telemóveis, eletricidade ou supermercados. Limite: 35% até 250 euros por agregado.

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As refeições escolares adquiridas em 2016 já vão também poder ser usadas como despesa de educação dedutível ao IRS. O fisco explicará nas próximas semanas como se deve fazer para que sejam contabilizadas no IRS. Concorre para o limite dos 800 euros. 

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Nas despesas com lares, a dedução é de 25% até ao limite de 403,75 euros. 

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Os pais que pagam pensões de alimentos podem abater à coleta do IRS 20% do valor suportado. Neste caso não há limites.

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