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Há roupa portuguesa anti-Covid para se proteger da cabeça aos pés

Logótipo de ECO.PT ECO.PT há 4 dias Fátima Castro
© Fornecido por ECO - Economia Online © Swipe News, SA © Fornecido por ECO - Economia Online Em tempos de pandemia, a proteção contra o vírus é uma prioridade para a generalidade das pessoas. O uso da máscara é obrigatório até na rua, mas essa já deixou de ser a única peça dedicada a inativar o novo coronavírus. Dos casacos, às calças, passando pelas camisolas, as invenções made in Portugal são inúmeras e já é mesmo possível usar — da cabeça aos pés — roupas e acessórios anti-Covid-19.

Da tecnologia aliada à experiência da indústria têxtil portuguesa resultaram peças inovadoras que prometem proteger os portugueses numa altura que o país e o mundo enfrentam uma segunda vaga da pandemia e uma crise sem precedentes. De opcional até se tornar obrigatória, a máscara tornou-se um acessório do dia-a-dia e várias empresas adaptaram as suas linhas de produção para começarem a produzir máscaras. A procura por certificações foi frenética, mas estes eram apenas os primeiros passos. Tudo começou na proteção até chegar à capacidade de inativar o vírus SARS-CoV-2.

A MO (que pertence ao grupo Sonae Fashion), juntamente com a Adalberto, o Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e a Universidade do Minho, desenvolveram a primeira máscara têxtil e reutilizável com capacidade comprovada para inativar o novo coronavírus, a MOxAd-Tech. Esta máscara é certificada pelo Citeve, produzida em Portugal e está à venda por 10 euros.

A procura por máscaras tem sido tão elevada que atualmente este produto representa 10% do negócio da MO e já chegou a 30 países. Mas as empresas portuguesas não se ficaram pelas máscaras e continuaram a apostar na inovação aliada ao design. Foi assim que nasceram os primeiros casacos com tecnologia anti Covid-19, pela mão da empresa têxtil Confeções Manuela e Pereira (CMP).

“É extremamente importante desenvolver deste tipo de artigos dado o momento em que vivemos, onde cada vez mais se torna perigoso sair de casa”, considera a CEO Manuela Pereira. “A nossa intenção é, de facto, fazer com que os nossos clientes se sintam mais confortáveis na rua ou em espaços comerciais com produtos testados, mas não esquecendo nunca as recomendações da DGS ou seja uso continuo da mascara social, higienização das mãos, etiqueta respiratória e o espaço social de dois metros”.

A peça tem propriedades antimicrobianas e antivíricas que inativam o vírus e bactérias. Os casacos estão à venda para senhora e homem por 92 e 119 euros, respetivamente.

Há roupa portuguesa anti-Covid para se proteger da cabeça aos pés © Swipe News, SA Há roupa portuguesa anti-Covid para se proteger da cabeça aos pés

Adalberto lança hoodies, leggins e calça de fato de treino que inativa a Covid-19

Até aqui, o mercado de roupa e acessórios anti-Covid é dominado por projetos pontuais. A partir deste fim de semana, a Estamparia Adalberto lança uma coleção completa que inclui produtos como sweatshirts com luvas e gola incorporadas, calças, leggings, fatos de treino, entre muito outros. As peças vão ficar disponíveis no site da empresa, revela ao ECO o diretor de inovação da Adalberto, Hugo Miranda.

Miranda explica que os hoodies, sweats com capuz, têm um antivírico e luvas incorporadas com repelência e antivírico. “O hoodie vai ter a tecnologia antimicrobiana e antivírica ad-protect. Tecnologia essa que em conjunto com a nossa malha foi comprovada pelo Instituto de Medicina Molecular (IMM) como uma tecnologia capaz de inativar o vírus SARS-COV-2 com uma eficácia superior a 99%“, conta.

Ou seja, as novas peças têm o mesmo composto antivírico que a máscara lançada pela Mo. O hoodie é composto por um “sistema inteligente de gestão de humidade para um maior conforto e performance para que possa ser usava em varias situações, no dia-a-dia, em situação desportiva, entre outras”, pormenoriza.

Em relação à incorporação das luvas nas sweats, o diretor de inovação refere que a ideia é que “o consumidor se proteja quando tem que abrir uma porta, ir ao supermercado e pegar num carrinho de compras, entre outras funcionalidades ajudando assim a diminuir a probabilidade de cross contamination“. As leggings custam 24,90 euros, as sweats com capuz e luvas incorporadas 39,90 euros e as calças de homem 29,90.

Também para os mais pequenos já existem algumas soluções. A Adalberto e a Sonae Fashion lançaram recentemente camisolas anti-Covid-19 para crianças dos três aos 14 anos. Existem quatro modelos disponíveis: “Stay safe”, “Washyourhands”, “I’m ready” e “Have a good daye cada peça custa 20 euros. De acordo com a MO, estas pelas “superaram com sucesso os testes conduzidos pelo Instituto de Medicina Molecual (iMM), que testaram a capacidade do seu tecido para inativar o novo coronavírus, SARS-CoV-2”.

A Adalberto revela ainda que vão continuar a desenvolver mais produtos que inativam a Covid-19. Levanta a ponta do véu, revelando que entre as próximas novidades em que estão a trabalhar estão produtos biodegradáveis. “As máscaras têm a tecnologia antivírica e estão em processo de certificação. Todos os materiais não têm plásticos e a máscara é completamente biodegradável”, acrescenta o diretor de inovação da Adalberto.

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