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Hospitais que fecham porta à ADSE anunciam consultas a 35 euros

Logótipo de ECO.PT ECO.PT 15/02/2019 ECO
médicos; medicina; greve  , cirurgias © Swipe News, SA médicos; medicina; greve , cirurgias 35 euros. Este é o preço que está a ser pedido aos beneficiários da ADSE que procuram marcar uma consulta nos hospitais que deixaram as convenções com o subsistema público de saúde. A notícia é avançada pelo Jornal i (acesso pago), nesta sexta-feira, que tentou marcar consultas naqueles hospitais.

De acordo com o jornal, quando contactados para efetuar marcações de consultas, os hospitais estão ainda a informar que ter um seguro pode resultar em consultas mais baratas.

É este o cenário com que os beneficiários da ADSE estarão a ser confrontados depois de três grupos privados de saúde — CUF, Luz Saúde e Lusíadas — terem decidido suspender o atual vínculo com o subsistema de saúde. Os grupos CUF e Luz Saúde já tinham dito que não queriam perder clientes, tendo anunciado que beneficiários da ADSE vão continuar a ter acesso à rede de hospitais da CUF e da Luz Saúde com condições de acesso diferentes das atuais, mas especiais. Nomeadamente, em termos do preço a pagar.

Os beneficiários da ADSE representam uma parcela importante do negócio dos privados e, por isso, o rompimento levou os grupos de saúde a pensar em soluções que minimizem a perda de clientes. O ECO apurou que os números mais globais mostram que, no total, os hospitais privados tratam quatro milhões de pessoas por ano, dos quais 800 mil são beneficiários da ADSE.

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