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Cuidado com os flutuadores e boias

Logótipo de Pais&filhos Pais&filhos 18/04/2017 buzina@motorpress.pt (Motorpress Lisboa)

alt © Fornecido por MOTORPRESS LISBOA, Edição e Distribuição, Lda. alt

O tempo está a aquecer e apetece começar a preparar a época de praia ou piscina. Um dos objetos mais comuns para se levar no saco, a caminho do areal ou da água azul são os flutuadores de braços para as crianças. Embora nunca devam substituir a vigilância de um adulto, estas bandas plásticas ajudam os mais novos a sentirem-se confortáveis, seguros e a desfrutar dos mergulhos.

Há no entanto, que ter atenção ao tipo de material de que os flutuadores são feitos, uma vez que podem conter químicos de caráter tóxico e até com potencial cancerígeno. Pelo menos é o que garante o resultado de um estudo realizado na Alemanha, segundo o qual até a inalação do cheiro do PVC pode vir a causar problemas. As substâncias perigosas visadas no trabalho do Instituto Fraunhofer de Engenharia de Processos e Embalagens são a Isoforona (considerada um carcinogénico de grau II), o fenol (ligado ao crescimento de tumores e alterações genéticas) e a cicloexanona (composto tóxico ligado à acetona que pode causar irritações prolongadas na pele e outros órgãos).

De acordo com os investigadores germânicos, as mesmas substâncias podem ser encontradas em outros objetos balneares populares para crianças, como boias, bolas ou qualquer brinquedo de encher com ar. E avisam que quanto mais forte for o cheiro a químicos, maior o risco.

O líder do estudo, Christoph Wiedmer, diz esperar que as evidências obtidas levem os fabricantes deste tipo de brinquedos e acessórios a escolherem melhor as substâncias que usam para os fabricar. E que os consumidores usem melhor os seus “poderes olfativos” na deteção de perigo. “Muitos produtos modernos destinados às crianças são feitos com recurso a uma grande variedade de processos químicos e físicos, e essa complexidade torna difícil percebermos as substâncias envolvidas. O que agora descobrimos é que num número significativo de casos os nossos narizes podem guiar-nos para fora de perigo já que, em princípio, quanto mais forte e desagradável o cheiro a plástico de um produto, mais provável é ele ser composto por substâncias perigosas”.

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(fonte: Pais e Filhos)

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