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Um quinto dos jovens é viciado nos smartphones?

Logótipo de Pais&filhos Pais&filhos 19/04/2017 buzina@motorpress.pt (Motorpress Lisboa)
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Nos dias de hoje, é difícil imaginar a vida quotidiana sem o uso de telemóveis e, dentro destes, muita gente “depende” da utilização dos “smartphones”. E a generalização desta tipo de tecnologias tem trazido atitudes novas, entre os quais o uso excessivo e indiscriminado. Recentemente, uma investigação científica realizada nos Estados Unidos veio revelar que, dentre a população jovem, cerca de um quinto apresenta comportamentos aditivos, semelhantes, por exemplo, ao consumo de drogas ou álcool.

O estudo conduzido por uma equipa de investigadores liderada por Isaac Vaghefi, professor assistente de gestão de sistemas de informação na Universidade Binghamton, no estado de Nova Iorque, teve por base a participação de 182 alunos universitários. De acordo com o portal “Alert”, os jovens avaliados foram questionados sobre a sua rotina diária relativamente ao uso dos “smartphones”. Com base nas respostas, os investigadores classificaram os utilizadores dos dispositivos como ponderado, regular, muito envolvido, fanático e viciado.

Os resultados estatísticos revelaram que 7 por cento podem ser classificados  de viciados e 12 por cento de fanáticos, o que corresponde a um quinto do total. “Ambos os grupos experienciam problemas pessoais, sociais e no trabalho devido à sua necessidade compulsiva de estarem com os seus “smartphones”, avançou o autor principal do estudo. “Esses utilizadores exibem, em geral, sinais que poderão indicar depressão, isolamento social, ansiedade social, timidez, impulsividade e baixa autoestima”, acrescentou Isaac Vaghefi.

O mesmo especialista explicou igualmente que qualquer comportamento semelhante estimula os neurónios estimulados e é liberta dopamina, e com o tempo tal faz adquirir o desejo de obter respostas rápidas e satisfação imediata. Este processo contribui para que o utilizador diminua a sua capacidade de atenção e que fique cada vez mais suscetível ao aborrecimento, desejando mais e melhores “doses”. Neste caso de “smartphones”.

Embora o vício na tecnologia não seja oficialmente, por agora, considerado como sendo uma doença mental, este tipo de atitudes encaixa-se nos comportamentos viciantes relacionados com as redes sociais, excesso de informação, compras na internet, apostas, jogos de vídeo e pornografia na online.

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(fonte: Pais e Filhos)

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