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ESA lança último de três satélites meteorológicos europeus

Este conjunto de satélites meteorológicos tem como principio melhorar as previsões meteorológicas. O MetOp-C forma o segmento espacial do Sistema Polar EUMETSAT (EPS), que inclui um abrangente segmento de terra que permite à EUMETSAT controlar os satélites Metop, adquirir e processar dados e distribuir produtos observacionais em tempo real para usuários em todo o mundo. Os três satélites MetOp têm nove instrumentos principais e voam numa órbita polar à altitude de 817 km, o que permite observações globais do clima, composição atmosférica, superfícies oceânicas e terrestres. "Através do impacto positivo nas previsões meteorológicas, o EPS já produz benefícios socioeconômicos de pelo menos 5 mil milhões de euros por ano na Europa, e agora faremos com um terceiro satélite em operação, faremos ainda melhor", refere Alain Ratier, diretor geral da EUMETSAT.Este conjunto de satélites meteorológicos tem como principio melhorar as previsões meteorológicas na Europa. Estudos recentes mostram que o MetOp-A e o MetOp-B, em órbita desde 2006 e 2012, respetivamente, já reduziram os erros em previsões de um dia em 27 por cento. Pretende-se agora, com mais um elemento em órbita, uma melhor previsão a mais dias de distancia. O MetOp-C contribuirá assim para esta "família" e garante o fornecimento de dados essenciais até 2020. Além disso, garante a transição suave para a próxima geração de satélites MetOp, que estão sendo construídos atualmente. Os satélites MetOp são desenvolvidos pela ESA ao abrigo de um acordo de cooperação para formar o segmento espacial do sistema EUMETSAT Polar. Este sistema é a contribuição da Europa para um sistema polar multi-órbita compartilhado com a agência norte-americana NOAA. Portugal faz parte do programa EUMETSAT através do Instituto Português do Mar e da Atmosfera. Melhor previsão do tempo a 10 dias Com o lançamento do terceiro membro da geração MetOp , os três satélites agora em órbita formam uma constelação que irá melhorar as previsões meteorológicas até 10 dias. Alain Ratier, diretor geral da EUMETSAT, refere que cabe agora a esta entidade comissionar o satélite e os instrumentos em parceria com a ESA, o CNES e a NOAA, até o final de janeiro. O novo MetOp (C) vai assegurar a transição com o sistema EPS-SG que se está a desenvolver em cooperação com a ESA, no sentido de lançar um primeiro satélite Metop Second Generation no final de 2022.Depois desse período os cientistas vão trabalhar com vários meteorolistas presentes nas estações de cada país validando os dados que depois ficarão ao dispor dos usuários para o status operacional no início da primavera de 2019. Alain Ratier explica que "o sistema EPS e os satélites MetOp, equipados com inovadores instrumentos europeus, levaram a observação meteorológica da órbita polar a um novo padrão, e este é outro sucesso da nossa cooperação com a ESA." "Através do impacto positivo nas previsões meteorológicas, o EPS já produz benefícios socioeconômicos de pelo menos 5 mil milhões de euros por ano na Europa, e agora faremos com um terceiro satélite em operação, faremos ainda melhor." O novo MetOp (C) vai assegurar a transição com o sistema EPS-SG que se está a desenvolver em cooperação com a ESA, no sentido de lançar um primeiro satélite Metop Second Generation no final de 2022. A EUMETSAT trabalha em estreita cooperação com operadores de satélites de observação terrestres da Europa, China, Índia, Japão, Rússia, Coréia do Sul e Estados Unidos.
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