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Combustíveis. Marcelo aponta "sindicalização de movimentos inorgânicos"

O Presidente da República considera que o protesto dos motoristas de matérias perigosas é fruto do que chama de “sindicalização de movimentos inorgânicos” e de “sindicalismo dito independente”. O Presidente da República recorda que esta não é a primeira vez que alerta para o tema. Na passada semana, uma greve dos motoristas de matérias perigosas provocou uma corrida aos postos de combustível. A paralisação começou a 15 de abril e terminou na madrugada de dia 18, após uma longa maratona negocial. "Eu, salvo erro, a 5 de Outubro de 2016, repetindo ao de leve a 25 de Abril de 2017, e já não ao de leve em 25 de Abril de 2018, chamei a atenção para os vazios, as incapacidades de previsão e de reajustamento que deixam espaço livre para movimentos inorgânicos, que uns chamam populistas e outros chamam outras coisas, e que iriam surgir para preencher essa realidade", afirmou. "Há já algum tempo começou a haver fenómenos de sindicalismo dito independente, circunscrito a áreas ou nichos muito limitados. Tentando constituir uma central, uma terceira central, que não conseguiu, ou que acabou por não ter assento, repercussão ou projeção desejada pelos próprios", acrescentou. Para Marcelo Rebelo de Sousa, "o que há de novo aqui são dois fenómenos diferentes: movimentos inorgânicos e noutros casos constituição de novos sindicatos e novas atuações que veem da sindicalização de movimentos inorgânicos ou que respondem a processos mais lentos que culminaram em organização sindical". O Presidente é o convidado de uma edição especial de O Outro Lado, que vai para o ar esta terça-feira, às 22h30, na RTP3. O programa completa três anos.
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