Ao utilizar este serviço e o conteúdo relacionado, concorda com a utilização de cookies para análise, anúncios e conteúdos personalizados.
Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Oposição queniana mantém que o seu candidato deve ser proclamado Presidente

Logótipo de SIC NotíciasSIC Notícias há 5 dias SIC Notícias
Oposição queniana mantém que o seu candidato deve ser proclamado Presidente © Thomas Mukoya Oposição queniana mantém que o seu candidato deve ser proclamado Presidente

"Não nos deixaremos intimidar, não renunciaremos", declarou Johnson Muthama, um alto responsável da coligação política NASA, numa conferência de imprensa.

Muthama considerou que a repressão dos motins pela polícia constitui uma tentativa "de submeter" a oposição, adiantando que as forças de segurança mataram "mais de 100 quenianos inocentes, entre os quais 10 crianças", sem no entanto fornecer quaisquer provas.

Segundo uma contagem da agência France Presse, a repressão dos distúrbios desde a noite de sexta-feira causou pelo menos 11 mortos, nove nos bairros da lata de Nairobi e dois no oeste do país, perto de Kisumu e Siaya.

"Uhuru Kenyatta não dispõe de qualquer mandato para ser o Presidente do Quénia", declarou Muthama.

A oposição tem multiplicado nos últimos dias as acusações de fraude eleitoral, exigindo que Odinga seja declarado vencedor e exclui recorrer à justiça contra a reeleição de Kenyatta.

"No momento oportuno diremos como vamos conduzir a nossa ação", adiantou o responsável da oposição.

"Por enquanto, apelamos aos nossos apoiantes e aos quenianos para se protegerem", disse ainda.

A Comissão Eleitoral do Quénia confirmou na sexta-feira que o Presidente Uhuru Kenyatta é o vencedor das eleições de terça-feira, com 54,27% dos votos, enquanto Raila Odinga alcançou 44,74%.

Num discurso de vitória, Kenyatta, que vai iniciar um segundo mandato de cinco anos, disse que estava a estender a "mão da amizade" à oposição.

Na violência pós-eleitoral de 2007 no Quénia, morreram pelo menos 1.100 pessoas e mais de 600 mil foram obrigadas a abandonar as suas casas.

Lusa

AdChoices
AdChoices

Mais do SIC Notícias

image beaconimage beaconimage beacon