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Jeremy Corbyn rejeita novo acordo para o Brexit

O Brexit está de volta à casa de partida. A Câmara dos Comuns terá de votar a reformulação do documento para a saída do Reino Unido da União Europeia. Theresa May, para quem o Brexit sempre significou brexit, admite agora deixar a porta aberta a um segundo referendo. "Devíamos estar a implementar o resultado do primeiro referendo e não a pedir ao povo britânico para votar num segundo, mas reconheço a genuína e sincera vontade, em toda a câmara, sobre esta importante questão. O governo irá, portanto, incluir na lei do acordo para a retirada um requisito para se poder realizar um segundo referendo", declarou a primeira-ministra. O governo compromete-se ainda a criar uma obrigação legal para encontrar, até dezembro de 2020, alternativas ao backstop, para manter a Irlanda do Norte alinhada com o Reino Unido, sem recurso a fronteiras com a Irlanda. No total, diz May, há 10 mudanças significativas ao documento anterior para os deputados avaliarem. Mas tanto conservadores, como trabalhistas têm-se mostrado pouco recetivos à iniciativa da primeira-ministra. Um embrulho novo para um presente que o líder da oposição, Jeremy Corbyn, diz já conhecer e não querer ver entregue. "Não podemos apoiar este projeto, porque é basicamente uma nova versão do que foi discutido antes e não introduz nenhuma mudança fundamental no alinhamento com o mercado ou na união aduaneira, ou mesmo na proteção de direitos, mas particularmente em relação aos direitos do consumidor", afirmou. O Reino Unido tem até 31 de outubro para saír da União Europeia. Tal como o Brexit, o futuro de Theresa May permanece incerto.
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