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"Marcha dos retratos" contra Macron pelo planeta e a justiça social

Baiona foi palco este domingo do terceiro protesto contra os sete países mais ricos do mundo (G7), reunidos não muito longe, em Biarritz, no sudoeste de França. A luta pelo planeta e pela justiça social foi o mote para juntar desta vez centenas de manifestantes, numa marcha marcada pelos muitos retratos do Presidente de França, o principal alvo desta manifestação. O enviado especial da Euronews para acompanhar os acontecimentos em torno da cimeira do G7, Guillaume Petit, integrou o comboio da manifestação e esteve ao lado de "um dos 128 retratos de Emmanuel Macron retirados sem autorização de câmaras municipais" ao longo dos últimos meses e que foram empunhados por vários manifestantes este domingo "para denunciar o G7". A já chamada "marcha dos retratos" é um grito de revolta popular contra a alegada passividade ambiental do governo liderado por Macron. "Há anos que temos pessoas totalmente incapazes, que não se dão conta da situação do planeta. O mundo irá continuar a existir sem nós. É a espécie humana que está em perigo por causa destes erros", disse uma manifestante ao nosso jornalista. Um outro acusou "o senhor Macron": "não está a respeitar os compromissos climáticos e terá de o fazer de uma forma ou outra." "Estamos todos sobreaquecidos e isto vai acabar por descarrilar", avisou o manifestante, que carregava um quadro vazio - "Simboliza as políticas climáticas do senhor Macron", explicou. No sábado, realizaram-se duas outras manifestações contra a cimeira. Numa delas, mais de dez mil pessoas marcharam de forma pacífica entre Hendaia, em França, e Irún, já em Espanha, cerca de 35 quilómetros a sul de Biarritz. À noite, em Baiona, 68 pessoas acabaram detidas pela polícia após um protesto não autorizado contra o G7.
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