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May desiste do Brexit e anuncia demissão

Na impossibilidade do Brexit, os britânicos têm um Mayexit, já no dia 7 de junho. Como toda a imprensa britânica anuciava há alguns dias, a primeira-ministra britânica a anunciou a demissão. Uma dama que chegou de ferro e saiu de barro, sem o dever cumprido: "É, e será sempre, um profundo pesar para mim, o não ter sido capaz de concretizar o Brexit. Em breve deixarei o cargo mas foi a honra da minha vida ter sido a segunda primeira-ministra e certamente não a última. Faço-o sem má vontade, mas com enorme e duradoura gratidão por ter tido a oportunidade de servir o país que amo". A emoção de May não comove Jeremy Corbyn. O líder trabalhista afirmou de imediato: "Queremos evitar o Brexti sem acordo. Faremos tudo no parlamento para evitar o Brexit sem acordo, mas a verdade é que o novo líder conservador não vai resolver o problema. Tem de haver outra oportunidade para o povo deste país decidir quem quer que seja o seu governo. Boris Johnson, dado como potencial sucessor de May, reagiu num tweet agradecendo o estoico serviço da primeira-ministra ao país e fazendo apelo à união para se alcançar o Brexit. Michel Barnier, o negociador europeu, também manifestou respeito pelo desenmpenho de May e pela sua determinação na espinhosa missão de primeira-ministra do Brexit. A verdade é que a saída de Theresa May , por si só, não resolve a questão. E muita tinta há de correr ainda até que a bandeira do Reino Unido seja arriada das instituições europeias.
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