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Polícia francesa prepara chegada da cimeira do G7 em Biarritz

Os líderes do grupo das sete maiores economias mundiais (EUA, França, Grã-Bretanha, Alemanha, Japão, Canadá e Itália) só começarão a chegar à cidade francesa de Biarritz no sábado mas no terreno as forças de segurança já trabalham. Mais de 13 mil polícias estão a montar postos de controlo e a inspecionar as praias. Os manifestantes também se preparam, instalando tendas para acampar em ambos os lados da fronteira vizinha com Espanha, onde decorre uma contra cimeira do G7. A polícia tenta mantê-los à distância mas com tantos temas polémicos na agenda, os problemas poderão mesmo vir de dentro da reunião entre os líderes mundiais. Com a luta contra as desigualdades no topo dos trabalhos, o presidente francês, Emmanuel Macron convidou líderes do Egito, Índia, Austrália e Ruanda para alargar o debate. Mas temas quentes como a guerra comercial entre os EUA e a China, os receios de uma recessão global, os protestos em Hong Kong e a crise em Caxemira poderão entrar na discussão sem ser convidados. E há ainda o "Brexit." Boris Johnson aparece na cimeira pela primeira vez. Os líderes estão atentos de forma a perceber se pende mais para o lado dos vizinhos europeus ou para o lado de Donald Trump e de um acordo comercial com os EUA. O próprio presidente francês prepara-se para um duelo com o homólogo dos EUA por causa dos planos de um novo imposto digital que afeta empresas americanas. Uma "insensatez" nas palavras de Donald Trump. O polémico presidente também deverá insistir na reintegração da Rússia no grupo que ainda seria G8 não fosse a expulsão por causa da anexação da Crimeia. Tampouco é de esperar um tom conciliador, atendendo à crispação recente de Trump com a Dinamarca por causa da Gronelândia, o que poder ser um obstáculo à procura de uma via para aliviar as tensões com o Irão. Guillaume Petit, Euronews - Esta cimeira irá decorrer num contexto de incerteza crescente a nível internacional. Sinal de tensões, o Presidente francês, Emmanuel Macron, já abandonou a ideia de um comunicado final conjunto, para evitar ter de concentrar-se em desacordos. Recorde-se que, no ano passado, foi o Presidente Donald Trump a retirar o apoio à última hora. É também esse o receio das organizações que fazem parte da contra cimeira: que no final desta reunião do G7 não haja se não boas intenções e poucas ações concretas."
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