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Enigma do desaparecimento de Emanuela

Um novo capítulo no enigma em torno de Emanuela Orlandi, que desapareceu há 36 anos, teve início, este sábado, no Vaticano. Foram inspecionados dois ossários no cemitério do Colégio Pontifício do Vaticano, na esperança de encontrar resposta para o desaparecimento. Os ossos foram extraídos e analisados "no local pelo professor Giovanni Arcudi (especialista em medicina forense nomeado pelo Vaticano) na presença de um especialista nomeado pela família Orlandi, de acordo com protocolos internacionalmente reconhecidos", disse a Santa Sé. A inspeção dos ossários é a mais recente repercussão do caso Orlandi, um mistério que alimenta há mais de três décadas as mais diversas premissas, envolvendo serviços secretos e crime organizado. Se o irmão de Emanuela, Pietro Orlandi, acusa regularmente a Santa Sé de "omertà" (voto de silêncio de organizações mafiosas do Sul de Itália), o Vaticano responde que sempre demonstrou a sua "proximidade" e "sua disponibilidade" para com a família. Na aprocura de uma solução para o caso de Emanuela, também foram abertos os "Túmulos do Anjo", onde se acreditava estarem enterradas duas princesas alemãs (Sophie von Hohenlohe, que morreu em 1836, e Carlota Federica de Mecklenburg, que morreu em 1840) mas rapidamente se percebeu que os caixões estavam vazios - o que não só não resolveu o mistério de Emanuela como abriu novos mistérios.
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