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Multimilionário africano raptado em hotel na Tanzânia. Polícia fala em “rapto aleatório”

Logótipo de Expresso Expresso 11/10/2018 Expresso
Multimilionário africano raptado em hotel na Tanzânia. Polícia fala em “rapto aleatório” © KHALFAN SAID HASSAN/GETTY IMAGES Multimilionário africano raptado em hotel na Tanzânia. Polícia fala em “rapto aleatório”

Esperaram que ele saísse do ginásio do hotel onde se encontrava hospedado, em Dar es Salaam, capital da Tanzânia, e depois raptaram-no. Eis, em resumo, o que aconteceu ao multimilionário africano Mohammed Dewji, segundo confirmou a polícia à CNN.

Mohammed Dewji, de 43 anos, foi considerado pela revista “Forbes” o multimilionário mais jovem de África e isso talvez ajude a explicar o crime, mas a polícia mantém a tese de “rapto aleatório”. A sua fortuna vem do negócio familiar que herdou do pai, o grupo METL, que começou como uma pequena empresa, na década de 1970, e transformou-se ao longo dos anos num dos maiores conglomerados industriais do leste de África. Está presente em seis países africanos e em áreas de negócio tão vastas quanto a produção de têxteis, alimentos e bebidas, e o fornecimento de serviços financeiros, transporte e logística. Em 2024, Mohammed Dewji, também conhecido por Mo, lançou uma bebida para competir com a Coca-Cola a que deu o nome de “Mo Cola”.

O rapto deu-se na manhã desta quinta-feira e a polícia acredita que tenha sido cometido por cidadãos estrangeiros com a ajuda de funcionários do hotel, dada a facilidade com que os suspeitos entraram no edifício, disse à CNN o comissário da polícia regional, Lazaro Mambosaso. Antes de obrigarem Mohammed Dewji a entrar no seu carro, os raptores terão disparado alguns tiros para o ar. O comissário desmentiu ainda as notícias que davam conta de que o jovem multimilionário teria sido já encontrado.

Antes de dedicar-se aos negócios, Mohammed Dewji foi deputado e serviu dois mandatos no Parlamento da Tanzânia, de 2005 a 2015. Um ano depois, juntou-se à campanha “The Giving Pledge”, que encoraja milionários a contribuir para causas sociais, e comprometeu-se a doar pelo menos metade da sua fortuna para esse efeito.


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