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Vinte milhões de vacinas contra a covid-19 administradas desde o início do processo em Portugal

Logótipo de TVI TVI 16/01/2022 Agência Lusa
Vinte milhões de vacinas contra a covid-19 administradas desde o início do processo em Portugal © TVI24 Vinte milhões de vacinas contra a covid-19 administradas desde o início do processo em Portugal

Portugal já administrou 20 milhões de doses da vacina contra a covid-19, desde que arrancou a campanha de vacinação, estando neste momento vacinados 8,8 milhões de utentes, divulgou este domingo a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Segundo os dados mais recentes divulgados pela DGS, até ao final do dia de sábado tinham sido administradas em Portugal cerca de 20.006.500 vacinas contra a covid-19, sendo que, dessas, 3,8 milhões dizem respeito a doses de reforço.

Relativamente às doses de reforço, a DGS indica que 90% das pessoas com mais de 80 anos já foram vacinadas, 92% entre os 70 e os 79 anos e 81% entre os 60 e os 69 anos.

Entretanto, este fim de semana decorre a vacinação dos membros das mesas de voto e funcionários das Juntas de Freguesia que estarão envolvidos nas eleições legislativas de 30 de janeiro.

Em paralelo, foi também ativado, este fim de semana, o regime de casa aberta para a administração da dose de reforço da vacina às forças de segurança (PSD, GNR e SEF) e à comunidade universitária (professores e funcionários não docentes).

A Lusa contactou a DGS para obter um balanço deste processo, mas fonte oficial indicou que até ao momento não existe ainda uma perspetiva de divulgação de números.

No entanto, numa entrevista no sábado à noite à CNN Portugal, o coordenador do plano de vacinação, Carlos Penha-Gonçalves, coronel do exército, referiu que ficou aquém a expectativa de adesão das pessoas a serem chamadas para vacinação este fim de semana, com dose de reforço, por integrarem as mesas de voto, por serem esperadas cerca de 90 mil.

Nesse sentido, Penha Gonçalves explicou que, “como a afluência foi mais baixa do que os 90 mil”, as autoridades decidiram antecipar a chamada de alguns grupos prioritários, como as forças de segurança e a comunidade universitária.

O responsável da vacinação assegurou ainda que “existem vacinas suficientes” e que se está a “tentar vacinar o maior número possível de pessoas” com a dose de reforço.

A covid-19 provocou 5.519.380 mortes em todo o mundo desde o início da pandemia, segundo o mais recente balanço da agência France-Presse.

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