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Cinco pontos para compreender o segundo dia de greve dos motoristas de matérias perigosas

Logótipo de Expresso Expresso há 6 dias Marta Gonçalves

Ao segundo dia de greve, os serviços foram “genericamente cumpridos”, garante o Governo. Ainda assim, 14 pessoas faltaram aos serviços obrigatórios. Por todo o país, os níveis de combustíveis estão melhores, exceção apenas no Algarve

© Joao Girao

1 - Motoristas notificados

14 motoristas não cumpriram os serviços mínimos. De acordo com o ministro do Ambiente, os funcionários em causa faltaram aos serviços obrigatórios e desde já 11 receberam “a notificação por incumprimento”.

2 - Serviços mínimos cumpridos

Por outro lado, os serviços mínimos foram “genericamente cumpridos” e a requisição civil decretada pelo Governo “foi cumprida com rigor”. No segundo dia de greve registou-se, de acordo com o Executivo, uma subida nos níveis de abastecimento de combustíveis, apresentando agora “valores aceitáveis” e, por isso, o número de militares a conduzir camiões esta quarta-feira deverá ser menor. O Algarve é a única exceção, para onde vai ser enviado um terceiro turno de camiões “conduzidos apenas por elementos das forças de segurança e das Forças Armadas”.

3 - Militares em risco

A Associação Profissional da Guarda garante que há militares da GNR que estão a trabalhar 27 horas para que os abastecimentos sejam feitos. A organização acusa o Executivo de estar a pôr os trabalhadores num “contexto extraordinariamente perigoso”. “Ainda, em alguns locais de serviço, a necessidade de acompanhamento ao abastecimento da REPA tem alongado os horários de patrulha sendo que, esta realidade, aliada à falta de efetivo traz a maior das preocupações”, lê-se no comunicado.

4 - Hospitais assegurados

A ANTRAM anunciou que o abastecimento de bens aos hospitais de Lisboa, Coimbra e Leiria estariam em causa dentro de 24 horas. Uma informação entretanto já negada pelas administrações hospitalares. Também o Ministério da Saúde garante que não tem conhecimento “de constrangimentos no fornecimentos de quaisquer bens essenciais aos hospitais/centros de saúde, estando todas as unidades a funcionar normalmente”. Relativamente ao combustíveis o Governo sublinha que esse está assegurado “através do acesso à REPA”.

5 - Marcelo e Costa reúnem-se

Ainda esta semana, Marcelo Rebelo de Sousa e António Costa vão reunir-se outra vez a propósito da greve dos motoristas. Até ao momento, o Presidente não tomou nenhuma posição, apelando apenas ao consenso. “Nessa altura farei uma avaliação. Se tiver que tomar uma posição tomarei. Neste momento não vou tomar posição nenhuma”, declarou Marcelo Rebelo de Sousa aos jornalistas no Algarve.

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