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Passos Coelho: "Vou tratar da minha vida"

Logótipo de ExpressoExpresso 13/01/2018 Luísa Meireles
Passos Coelho : "vou tratar da minha vida" © INÁCIO ROSA / LUSA Passos Coelho : "vou tratar da minha vida"

Na hora de votar no seu sucessor, o ainda líder do PSD disse não sair frustrado e fez o balanço da sua governação

Pedro Passos Coelho não sai “frustrado” com o final da sua liderança e diz que “não vai andar por aí”, pelo contrário, vai “tratar da sua vida”. O ainda líder do PSD falava depois de ter votado em Lisboa, no líder que há de substitui-lo formalmente no Congresso marcado para 16-18 fevereiro.

“A minha vida não será de todo no PSD nem de candidato a líder do PSD”, afirmou aos jornalistas, sublinhando porém que o seu passado como governante e líder o obrigam “a olhar sempre para a política”.

“Não estou a pensar na atividade partidária”, disse, nem estará na “primeira linha do combate partidário”, mas será um “espetador atento da política”, afirmou o antigo governante. "Tenho 53 anos , tenho muita coisa para fazer, não é agora a pensar na atividade partidária", sublinhou.

Passos Coelho fez de resto um balanço da sua própria liderança, enquanto presidente do partido durante oito anos e chefe de Governo durante quatro e apelou aos portugueses para uma votação maciça no seu partido se não quiserem que seja reeditada a atual solução de governo.

Para o líder social-democrata, a eleição de um novo presidente do partido significa que "se fecha um ciclo e vai abrir-se outro, que espera "ser positivo". "Espero que os portugueses olhem para o PSD com esperança e confiança" e com o sentimento de que "a política vale a pena", afirmou ainda.

Passos Coelho considerou também que não sai "arreliado", mas antes de bem consigo e com os outros.

Quanto à nova liderança, comentou que ela terá dois anos para se preparar para as eleições, que quer que afastem a esquerda radical do governo. Passos Coelho reconheceu que a campanha interna até agora foi sobretudo para esclarecimento interno do partido, mas que a partir daqui espera que os portugueses tenham oportunidade de conhecer melhor as propostas da liderança: "o país terá oportunidade de as perceber".

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