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Battisti admite pela primeira vez homicídios

O ex-ativista da extrema-esquerda italiana Cesare Battisti, condenado à prisão perpétua no país de origem por quatro homicídios cometidos nos anos 70, reconheceu pela primeira vez a responsabilidade nos crimes. Refugiado em França durante 15 anos e depois exilado no Brasil, Battisti foi capturado em janeiro na Bolívia após 40 anos a monte e posteriormente extraditado para Itália. O antigo membro da organisação Proletários Armados pelo Comunismo tinha sido condenado à revelia pelo assassinato, em 1979, do guarda prisional Antonio Santoro e do condutor da polícia Andrea Campagna. Battisti tinha também sido condenado por cumplicidade no assassinato, no mesmo ano, do talhante Lino Sabbadin e do ourives Pier Luigi Torregiani, num ataque que deixou o filho, Alberto, numa cadeira de rodas para o resto da vida. Segundo o procurador de Milão que o interrogou, Battisti não só admitiu pela primeira vez os crimes, como o erro da luta armada. Mas, para as famílias das vítimas, trata-se de um estratagema para "obter reduções nas penas".
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