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Candidatos conservadores participam em debate televisivo

O antigo ministro britânico dos negócios estrangeiros, Boris Johnson, permanece o favorito para suceder a Theresa May à cabeça do executivo britânico. Antes da terceira ronda de votações, prevista para esta quarta-feira, os cinco candidatos à liderança do Partido Conservador participaram num debate televisivo na terça-feira à noite. Só na sexta-feira serão conhecidos os dois principais candidatos à liderança do partido e do governo. Como não podia deixar de ser, o Brexit dominou o debate, em particular, se o Reino Unido estará preparado para sair da União Europeia sem acordo no dia 31 de outubro. O debate entre os candidatos foi antecedido por questões sugeridas pelo público. Os tópicos geraram uma acesa troca de opiniões entre os vários pretendentes ao cargo de primeiro-ministro. A intervenção do candidato principal, Boris Johnson, era aguardada com particular ansiedade. "Temos que sair no dia 31 de outubro porque senão enfrentamos uma catastrófica perda de confiança na política. Já por duas vezes adiámos este processo" disse o antigo chefe da diplomacia britânica, Boris Johnson que por enquanto lidera as preferências entre os deputados conservadores. O segundo classificado, o atual ministro dos negócios estrangeiros, Jeremy Hunt, optou por uma postura mais pragmática. "Se estivermos quase lá, eu optaria por obter mais tempo porque o Partido Conservador é o partido dos negócios, é o partido da União, é o partido da esperança e eu quero evitar os problemas derivados da ausência de acordo e o risco de novas eleições", disse. "Se estivermos próximo de um acordo no dia 30 de outubro e precisarmos apenas de um par de dias, acho que ninguém se iria opor a mais 24 ou 48 horas para ver tudo aprovado", afirmou o ministro do Ambiente, Michael Gove. "Um dos erros que cometemos foi ter um prazo-limite flexível. Um prazo fixo ajuda a concentrar as pessoas. Isso inclui os nossos amigos europeus, por isso temos que fixar uma data e não procurar alterações", adiantou o ministro do Interior, Sajid Javid. "Se eu tiver a sorte vir a ser primeiro-ministro, prometo que não saímos sem acordo. É desnecessário e prejudicial", concluiu o ministro para o desenvolvimento internacional, Rory Stewart. O antigo chefe da diplomacia britânica evitou discutir as suas propostas em detalhe, algo que os observadores afirmam ser essencial para Johnson manter a vantagem nesta corrida. De recordar contudo que na história das corridas à liderança do Partido Conservador, o candidato principal nunca ganhou
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