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CP vai gastar 400 mil euros a comprar tablets

Logótipo de ECO.PT ECO.PT há 6 dias Rita Neto
Comboios . CP . Linhas ferroviárias © Swipe News, SA Comboios . CP . Linhas ferroviárias A Comboios de Portugal (CP) vai comprar 850 tablets, num investimento total de cerca de 400 mil euros, de acordo com o anúncio publicado em Diário da República. O concurso público foi lançado a 10 de outubro mas, esta sexta-feira, a empresa pediu uma prorrogação do prazo para que sejam apresentadas propostas.

“Aquisição de 850 equipamentos tablets de acordo com o estipulado no caderno de encargos”, lê-se na descrição do contrato, publicado no anúncio de procedimento inicial. No total, o investimento será de 399.500 euros, o que, feitas as contas, equivale a 470 euros por cada tablet.

Questionada pelo ECO, não foi possível obter qualquer tipo de esclarecimentos por parte da CP sobre a finalidade destes equipamentos eletrónicos, ficando sem se saber se serão destinados a uso interno ou, por exemplo, para disponibilizar aos passageiros em determinadas viagens (ou classes).

Este concurso público é lançado numa altura em que a CP se encontra numa situação financeira mais complicada, que tem levado o Estado a fazer sucessivos aumentos de capital. Só este ano foram injetados 91,9 milhões de euros, tendo a última injeção de capital acontecido a 26 de outubro, dividida em duas parcelas. Este dinheiro permite à empresa manter a atividade, num momento em que existem várias críticas às suas operações.

A principal tem sido a falta de carruagens para garantir o transporte de passageiros. Para colmatar esse problema, a CP tem estado a alugar comboios à ferroviária espanhola Renfe. Ainda recentemente foi anunciada a assinatura de um protocolo de cooperação para a CP alugar mais quatro comboios a gasóleo e uma primeira unidade elétrica. Mas o material circulante a ceder pela operadora pública espanhola só chega em 2019.

O Governo autorizou, entretanto, a empresa nacional a gastar 168,2 milhões de euros para comprar 22 novos comboios, com a maioria do investimento a ser assegurado por fundos europeus, num total de mais de 109 milhões de euros, e o valor restante — 58,8 milhões — será pago com recurso a verbas do Fundo Ambiental.

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