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Morte de jornalista leva políticos a apelar à paz na Irlanda do Norte

Dois dias após os motins de Londonderry, que provocaram a morte da jornalista Lyra Mckee, sucedem-se os apelos à paz e à tranquilidade dos líderes políticos da Irlanda do Norte. Os receios em relação à estabilidade da região estão a aumentar, num clima ao qual o Brexit não é alheio. O Serviço de Polícia da Irlanda do Norte (PSNI) disse que Lyra McKee foi baleada e morta, provavelmente por uma bala perdida. Lyra estava no local durante o motim que estava a acontecer nas ruas de Creggan, na cidade de Derry. A jornalista foi levada para o hospital e acabou por não resistir aos ferimentos. As autoridades confirmaram já a detenção de dois suspeitos. No entanto, a companheira de Lyra, Sara Canning, já apelou a que a morte da jornalista tenha uma real importância para o país. Numa vigília em memória de Lyra, Sara pediu para que a morte da companheira não tivesse sido "em vão" e que ela "era uma luz na vida dos que a rodeavam". Dos Unionistas de Arlene Foster aos nacionalistas do Sinn Fein, a classe política mobilizou-se em peso. Com a bandeira do arco-íris na mão, um símbolo de tolerância, Mary Lou McDonald, líder do Sinn Fein, disse que o gesto era um tributo a Lyra Mckee, descrevendo-a como "uma ativista, jornalista, filha do processo de paz e uma mulher que não devia morrer com apenas 29 anos".
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