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Motoristas celebram chegada a acordo

A greve dos motoristas de matérias perigosas em Portugal foi desconvocada. Após três dias de paralização, o braço-de-ferro entre a Associação Nacional de Transportadores Públicos Rodoviários de Mercadorias e o Sindicato dos Motoristas chegou ao fim. O ministro das Infra-estruturas garante estarem agora reunidas "todas as condições para que a normalidade seja reposta" de forma gradual. "Uma importante vitória" dos trabalhadores, anunciou Pedro Nuno Santos. E os trabalhadores não tardaram em celebrar o compromisso para a concretização das reivindicações. Entre as exigências dos motoristas, diz José Rego, coordenador do Sindicato dos Motoristas de Matérias Perigosasa, estão "a categoria de motorista de matérias especiais, de matérias perigosas, a outra era o salário, queríamos dois salários mínimos nacionais, que era o que já ganhávamos há 20 anos, foi sempre o que ganhámos, o subsídio de risco queremos que seja pago ao mês e não ao dia". O governo português declarou uma crise energética, na terça-feira à noite, depois de os aeroportos terem começado a ser afetados. No dia seguinte, os portugueses enfrentavam sérias dificuldades para abastecer as viaturas, com o combustível esgotado pelo menos em 40% dos postos de abastecimento. O fim da greve vem dar algum alívio para os portugueses que se preparam para, nos próximos dias, celebrarem a Páscoa longe de casa
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