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Ricardo Ferreira considera "natural" sair do Governo e ir para EDP

Logótipo de LusaLusa 14/09/2018 Jennifer Mota

Lisboa, 14 set (Lusa) - Ricardo Ferreira, que foi assessor do antigo ministro da Economia Carlos Tavares, considerou hoje "natural" e não ter "nada de mal" ter saído do Governo para a EDP em 2005, realçando que recebeu três propostas, uma delas da Concorrência.

"Desempenhei as minhas funções com o máximo profissionalismo, seriedade, rigor, isenção e ética e, portanto, acho natural [a passagem]. Não vejo nada de mal e a prova é que o próprio regulador me fez uma proposta", declarou em audição na comissão parlamentar de inquérito à rendas excessivas no setor elétrico.

Questionado sobre a passagem do Governo, pelos gabinetes dos ministros Carlos Tavares e Álvaro Barreto, para a EDP, Ricardo Ferreira adiantou que recebeu três propostas de trabalho, da Autoridade da Concorrência (AdC), da EDP e a terceira da REN.

"No termo de funções no gabinete algo que muito me honra é o facto de me terem sido apresentadas três propostas. Da AdC, do próprio [presidente] Abel Mateus, da EDP e a terceira da REN. Acho que isto é a demonstração cabal do mérito, do reconhecimento do trabalho desenvolvido. Tinha uma proposta de uma parte do contrato, de uma contraparte e do regulador da Concorrência", afirmou em resposta ao deputado socialista Fernando Anastácio.

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