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Matérias perigosas. Ministério Público investiga alegada fraude fiscal

O Ministério Público está a investigar alegadas situações de fraude fiscal das transportadoras. A denúncia foi feita pelos dirigentes sindicais ainda antes do início da última greve. A Procuradoria Geral da República deu-lhe sequência. O Sindicato Nacional de Motoristas de Matérias Perigosas apresentou queixa-crime na Polícia Judiciária contra as transportadoras de combustíveis. Em causa estão suspeitas de fuga ao fisco e fraude fiscal no pagamento dos salários. O Ministério Público confirmou à RTP que está a investigar: "A denúncia deu origem a um inquérito, o qual se encontra em investigação e em segredo de justiça". Em causa está o facto de os motoristas terem salários-base baixos, e obterem boa parte do rendimento mensal através de ajudas de custo. Foi um desse casos que a RTP mostrou durante a greve: um motorista com um ordenado base de 700 euros, com as ajudas de custo leva para casa cerca de 1600 euros.. É este tipo de situações que leva o sindicato a falar de fuga ao fisco e à segurança social, num total de 300 milhoes de euros por ano - uma acusação que a ANTRAM tem sempre rejeitado. Ainda sem acordo, no inicio da proxima semana haverá nova reunião para discutir serviços mínimos da greve agendada para setembro. E, por agora, o ministro do Ambiente descarta a necessidade de declarar emergência energética: "Neste momento isso não está em cima da mesa". Para já, a paralisação está marcada para 7 a 22 de setembro, aos fins de semana, feriados e trabalho extraordinário.
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