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Rússia reforça posição na Crimeia

Esta segunda-feira foi dia de festa para a comunidade russa da Crimeia. Completam-se cinco anos desde a assinatura do tratado de adesão da Crimeia e Sevastopol à Federação Russa e a ocasião foi celebrada com uma visita de Vladimir Putin. O presidente russo inaugurou duas centrais elétricas que irão produzir 90% das necessidades energéticas da região. A visita de Putin reforça as reivindicações territoriais da Rússia, no entanto a União Europeia continua a não reconhecer a soberania de Moscovo na Crimeia. A chefe da diplomacia europeia, Federica Mogherini, não deixa margem para dúvidas: "Estamos completamente solidários com a Ucrânia. Apoiamos a sua soberania e integridade territorial, sublinhando a unidade Europeia e o compromisso de manter a Crimeia como uma prioridade na nossa agenda coletiva. Vamos manter a nossa política de não reconhecimento da anexação ilegal." Uma posição com poucos ou nenhuns resultados práticos. A Rússia continua a controlar a região e tem feito um forte investimento em infraestruturas para reforçar a sua posição na península. Afinal de contas, para o Kremlin o assunto está fechado desde o referendo de 2014, contestado pela comunidade internacional, e que terminou com uma vitória esmagadora dos defensores da adesão à Federação Russa.
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