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A unidade europeia já se exprimia na arte dos séculos XVI e XVII

Como parte das comemorações do bicentenário, o Museu do Prado, em Madrid, apresenta "Velázquez, Rembrandt, Vermeer: Visões Paralelas" , uma exposição que compara as pinturas de Espanha e da Holanda no fim do século XVI e início de XVII. Estes quadros mostram que já nesta altura havia alguma unidade na Europa, pelo menos no campo da arte: "Uma das formas de percebermos a comunidade cultural é entendermos a Europa como uma rede através da qual fluem informação e influências, de forma multidirecional. No campo artístico, flui mais a partir de Itália, mas na verdade a informação circula em várias direções", explica o curador da exposição, Alejandro Vergara. Se as escolas espanhola e holandesa sempre foram vistas como distinto, a exposição, com estas 72 obras, quer mostrar que há, afinal, muitas pontes: "Durante 200 anos, disseram-nos que a pintura de cada lugar é a expressão da essência desse mesmo sítio e das diferenças em relação ao resto. Na verdade, é o contrário: a pintura é uma expressão da unidade da cultura europeia", diz Vergara. A exposição abriu esta terça-feira e pode ser vista no Museu do Prado até ao final de setembro.
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