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Absolvida jovem condenada por aborto espontâneo

Libertada depois de 33 meses passados na prisão, Evelyn Hernández não esconde a alegria e emoção ao ser absolvida, num segundo julgamento em El Salvador, da acusação de homicídio. A jovem de 21 anos tinha sido condenada em 2017 a 30 anos de cadeia, depois de ter dado à luz um nado-morto, num aborto espontâneo. Uma gravidez resultante de uma violação por parte de um membro de um gangue. Hernández diz que "foi difícil todo o tempo passado dentro da prisão, acusada de algo de que era inocente" e apelou para que "todas as jovens que continuam detidas, sejam libertadas em breve". El Salvador tem uma das leis antiaborto mais restritivas do mundo, sendo proibida a interrupção da gravidez em qualquer circunstância. No exterior do tribunal, a ativista e defensora dos Direitos Humanos , conhecida pelo combate contra a proibição estrita do aborto no país, dizia que "é preciso mudar as leis e a sua aplicação e é preciso obter a liberdade para as 16 mulheres que continuam na cadeia" em circunstâncias semelhantes. A Amnistia Internacional felicitou a libertação de Hernández e pediu às autoridades de El Salvador para porem um fim imediato às leis draconianas antiaborto.
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