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Crise humanitária a bordo do navio "Open Arms"

Nove pessoas das cento e sete a bordo navio "Open Arms" atiraram-se ao mar. Tentavam chegar a Lampedusa, a nado. A embarcação está bloqueada no mar há quase três semanas. A tripulação diz que a situação é "insustentável" e resgatou os migrantes das águas com a ajuda da guarda costeira. O Governo espanhol disponibilizou-se a receber o navio humanitário face à recusa de Itália, mas a ONG não aceitou a oferta - dizendo que não existem condições a bordo para fazer a viagem até Espanha. Entretanto, oito migrantes com necessidade de assistência médica urgente e um acompanhante receberam autorização para desembarcar em Lampedusa, mas os restantes continuam à espera, na esperança de chegar a bom porto. A organização afirma que as condições físicas e psicológicas dentro do "Open Arms" são “críticas” e responsabiliza a Europa e Matteo Salvini por qualquer desfecho menos feliz. Sobre uma possível nova tragédia no Mediterrâneo: a organização "Alarm Phone"- com uma linha direta de apoio a migrantes - deu o alerta para um novo naufrágio ao largo da Líbia. Um pescador terá prestado assistência a três pessoas. Também no Mediterrâneo continua o barco “Ocean Viking”, com 365 migrantes a bordo, apesar dos pedidos a Malta e a Itália para que autorizem o desembarque.
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