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Expedição "Mosaic" estudará as alterações climáticas no Ártico

O porto de Tromsø, na Noruega, ficará para a história como o ponto de partida da maior expedição científica de sempre ao Ártico. Foi daqui que zarpou, esta sexta-feira, o quebra-gelo Polarstern, do instituto Alfred-Wegener, na Alemanha. A bordo encontram-se 600 investigadores internacionais, que estudarão durante um ano a face visível das alterações climáticas no Polo Norte. "Nunca antes, na história das pesquisas modernas, um quebra-gelo se tinha aventurado no inóspito Ártico central durante o inverno. No verão, os quebra-gelos já estiveram lá, mas não no inverno, altura em que o gelo é tão espesso que acabaremos bloqueados, sem o conseguir quebrar. Andaremos apenas à deriva, acompanhando o movimento do gelo. Estaremos à mercê da natureza, guiados pelas forças do vento e do gelo, para o bem ou para o mal", explicou o líder da expedição "Mosaic", Markus Rex. A expedição pretende passar a pente fino uma zona que é praticamente o epicentro do aquecimento global, nas palavras do chefe de missão. Os investigadores, que trabalharão numa base rotativa, têm pela frente longos dias de escuridão e temperaturas negativas. Esperam encontrar evidências que suportem a urgência de uma agenda climática verdadeiramente efetiva.
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