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Rússia regressa ao Conselho da Europa

A Assembleia Parlamentar do Conselho da Europa aprovou o regresso da Rússia à organização internacional cinco anos após a suspensão do país na sequência da anexação ilegal da Crimeia em 2014. Decisão provocou a ira do governo ucraniano. O primeiro-ministro recorreu às redes sociais para repudiar a decisão do organismo internacional e reafirmar o empenho do governo em recuperar o território. Para Volodymyr Groysman, a decisão do Conselho da Europa "é um ato de desprezo pela lei internacional. Mortes e vidas perdidas em Donbas e a anexação da Crimeia, não podemos negligenciar isto em nome de arranjos temporários. Não há lugar para compromisso", disse. Alguns observadores afirmam que a expulsão da Rússia do principal órgão para a defesa dos direitos humanos na Europa teria consequências muito negativas para a defesa dos direitos humanos no país. Antes, a Rússia havia ameaçado abandonar o Conselke caso fosse impedida de participar na votação prevista para esta quarta-feira relativa à eleição de um novo secretário-geral. O anúncio foi recebido com agrado pela delegação da Rússia que, contudo, deixou no ar um aviso. O presidente do comité de questões internacionais do parlamento russo, Leonid Slutsky, afirmou que a delegação russa não iria tolerar a imposição de mais sanções ou restrições.
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