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O leitor perguntou: Por que ficamos com pele de galinha?

Logótipo de Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto 13/09/2018 Liliana Lopes Monteiro
Já alguma ouviu uma música que o tocou de tal forma ao ponto de sentir arrepios por todo o corpo?: O leitor perguntou: Por que ficamos com pele de galinha? © iStock O leitor perguntou: Por que ficamos com pele de galinha?

Se sim, tal pode significar que é um individuo de sucesso, saudável e feliz – segundo um novo estudo.

A pesquisa inédita foi conduzida durante dois festivais de música que decorreram em Reading e em Leeds, no Reino Unido, de modo a inferir se sentir arrepios está de alguma forma relacionado com a saúde dos indivíduos e com a sua personalidade.

Os investigadores apuraram que aqueles que ficam com pele de galinha apresentam uma maior propensão para manterem relações amorosas mais duradouras, para alcançarem grandes feitos académicos ao longo da vida e são ainda mais saudáveis do que aqueles que normalmente não ficam de todo arrepiados.

O estudo incumbido pelo banco Barclays e conduzido por Matthew Sachs, um investigador e professor da Universidade de Harvard, e pela professora Robin Murphy, docente na Universidade de Oxford, analisou as reações de 100 indivíduos que estavam a assistir a concertos de música ao vivo enquanto eram monitorizados por aparelhos eletrónicos que mediam as suas respostas fisiológicas.

Os académicos realizaram ainda testes psicométricos de modo a determinarem o que experienciar um ‘momento de pele de galinha’ significa e diz acerca de um individuo.

O estudo concluiu que 55% dos indivíduos estão mais predispostos a sentirem arrepios enquanto assistem a um concerto ao vivo, e que esses arrepios ocorrem sobretudo logo no primeiro minuto.

De acordo com os investigadores aqueles que sentiram calafrios pelo menos uma vez durante o festival estavam mais inclinados a descreverem-se a si próprios como ‘empatéticos’ e ‘tolerantes’ nas relações que mantinham.

Mais ainda, 66% desses indivíduos apresentavam ainda uma maior predisposição para se auto descreverem como positivos, em forma e saudáveis, comparativamente a apenas 46% dos seus pares que não exteriorizaram assim as suas emoções.

Quem sentiu pele de galinha tinha também, em média, habilitações literárias superiores, nomeadamente 43% dos indivíduos tinha um curso superior.

Murphy explicou à publicação The Independent como aquele estudo categorizou pela primeira vez “os diferentes traços de personalidade das pessoas que sentem arrepios”.

“Os dados apurados sugerem ainda que estar conectado com um espetáculo que está a acontecer ao vivo e daí sentir arrepios, impacta positivamente no humor e bem-estar das pessoas”, sublinhou a professora.

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