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Sem medos: A OMS declara guerra ao mais perigoso tipo de gordura

Logótipo de Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto 16/05/2018 Liliana Lopes Monteiro
A ação coordenada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) poderá salvar mais de 500 mil vidas por ano.: Sem medos: A OMS declara guerra ao mais perigoso tipo de gordura © iStock Sem medos: A OMS declara guerra ao mais perigoso tipo de gordura

As doenças coronárias matam mais pessoas no mundo inteiro do que qualquer outra patologia ou situação. Mais de 17 milhões de pessoas morrem todos os anos vítimas de doenças cardiovasculares, incluindo de ataques cardíacos e de enfartes.

A OMS chegou à conclusão que banir as gorduras transgénicas poderá contribuir para a redução dessas mortes. As gorduras trans estão na origem de cerca de 500 mil mortes, por ano, consequentes de problemas do coração.

A substância nociva é adicionada a alimentos fritos, de pastelaria, e a salgados, e provoca a ocorrência de índices prejudiciais de colesterol e a elevados níveis de pressão arterial.

Agora a OMS quer combater o problema de ‘frente’ e anunciou no inicio da semana um plano, que terá que ser coordenado com as instituições governamentais de cada país, para banir, nos próximos cinco anos (até 2023), a produção industrial de gorduras transgénicas.

“As gorduras trans são um elemento tóxico totalmente desnecessário que mata. E não existem motivos válidos para que as pessoas continuem a ser expostas a este veneno”, afirmou o médico Tom Frieden, num comunicado divulgado pela OMS, antigo diretor dos Centros de Controlo de Doenças dos Estados Unidos (CDC) e agora presidente da Resolve, uma iniciativa na área da saúde.

"Porque devemos nós e as nossas crianças consumir este ingrediente nocivo nos alimentos que comemos?", pergunta o diretor geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, no mesmo comunicado. Salientando ainda que implementar a estratégia da OMS para substituir as gorduras trans, incluindo promover alternativas saudáveis e legislar contra ingredientes prejudiciais, irá removê-las de facto da cadeia alimentar, o que constituirá a curto médio prazo um avanço no combate das doenças fatais do coração.

Vários países desenvolvidos (como é o caso da Dinamarca, entre outros) já eliminaram virtualmente as gorduras trans, impondo limites nas quantidades permitidas nos alimentos embalados. Alguns deles até chegaram a proibir parcialmente óleos hidrogenados, a principal fonte de gorduras transgénicas produzidas industrialmente, disse a OMS.

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