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Notícias de Saúde e Bem-estar

Os dez piores ingredientes que podem estar num rótulo

Logótipo de Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto 15/03/2017 Daniela Costa Teixeira
Os dez piores ingredientes que podem estar num rótulo © iStock Os dez piores ingredientes que podem estar num rótulo

A leitura atenta do rótulo de um alimento pode ser uma tarefa complicada e até mesmo dececionante.

A lista surge com os ingredientes por ordem decrescente de quantidade, mas alguns dos produtos à venda têm listas quase infinitas e com nomes muitas vezes pouco ou nada pronunciáveis.

Conhecer o significado desses nomes e rótulos é fundamental para evitar a ingestão de químicos e aditivos prejudiciais à saúde, componentes que marcam presença em grande escala num sem número de alimentos consumidos diariamente e que podem mesmo ser protagonistas da alimentação dos mais novos.

Estes componentes podem ainda estar presentes em cosméticos e produtos de limpeza. O risco que portam para a saúde é real, embora tudo dependa dos níveis de utilização e da quantidade presente no produto. Além disso, alguns componentes foram já banidos em determinados países ou sofreram regras de uso bastante restritas.

De qualquer modo, nunca é demais saber o que é importante evitar. Segundo o site Eat This, Not That!, são dez os ingredientes mais prejudiciais, não só por contribuírem ativamente para o ganho de peso, como também por serem um verdadeiro ‘veneno’ para a saúde.

Dióxido de titânio – Este pó branco usado para o tratamento de água não potável e presente num grande leque de recipientes plásticos e produtos comuns do dia a dia pode ser ainda encontrado em alimentos como o leite, o queijo, o iogurte grego e a maionese e ainda em produtos de proteção e higiene pessoal como o protetor solar e a pasta de dentes. Mesmo existindo regras de limitação no seu uso, por estar amplamente presente, o risco de contaminação é grande, além disso, este óxido metálico foi considerado pela Agência Internacional Para a Pesquisa do Cancro como um potencial cancerígeno.

Nitrito de sódio e nitrato de sódio – Estes componentes têm como principais funções a preservação dos alimentos e dar aos mesmos um tom cor de rosa, sendo comummente usado na charcutaria. Embora a ligação ainda não seja clara, a ciência desconfia que estes componentes entrem em choque com o amido e que tal potencie o risco de cancro.

Corante de caramelo – Presente numa boa parte dos refrigerantes e doces, este corante artificial está associado ao aparecimento de cancro em animais, tendo ainda um potencial cancerígeno em humanos, como diz a Agência Internacional Para a Pesquisa do Cancro, citada pela publicação. O seu uso é também controlado e muitas vezes substituído por versões mais naturais.

Corante amarelo – O código E102 é um dos que deve evitar ao máximo. Trata-se da tartazina, um pigmento sintético associado a um maior risco de défice de atenção em crianças. Este componente (presente no queijo, bolachas, batatas fritas de pacote e sumos com gás) foi já banido em alguns países e na União Europeia o seu uso deve ser mencionado no rótulo da embalagem, onde consta ainda o risco para a saúde infantil.

Óleo vegetal bromado – Proibido na Europa, este químico está associado a problemas neurológicos, infertilidade, perturbações da hormona da tiroide e puberdade precoce. A Coca-Cola, por exemplo, já baniu este componente dos seus refrigerantes.

BHA e BHT (Hidroxianisol butilado e Hidroxitolueno) – Estes dois químicos atuam como conservantes e estão presentes em cereais de pequeno-almoço, óleos vegetais, batatas fritas, pastilhas elásticas e ainda em cosméticos como o batom. Diz a publicação que o seu consumo está associado a problemas no sistema neurológico e ao aparecimento de cancro.

Óleo vegetal parcialmente hidrogenado – Este é, possivelmente, o tipo de gordura mais comum nos produtos processados (a gordura trans presente em bolachas, batatas fritas, pães industrializados, refeições pré-confecionadas ou refirgeradas, etc.) e um dos que mais danos causa à saúde, estando fortemente associado ao ganho de peso, às doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2.

Gorduras interesterificadas – Ou seja, óleos que foram modificados quimicamente e que atuam de forma negativa no organismo, impulsionando o aumento do colesterol e danificando as artrites. A saúde do coração fica também em causa. Este componente encontra-se em margarinas, refeições congeladas e sopas já feitas e industrializadas.

Fosfato de sódio – Também para aumentar a validade dos alimentos, este químico está presente nos produtos de charcutaria ou panados industrializados e o seu consumo tem um impacto direto no sangue, aumentando o risco de doenças de coração, diz o site.

Corante azul – Usado em bolos, sumos, gomas, gelados e produtos alimentares em tons de azul, roxo e verde, este componente (E 131) está associado a um maior risco de cancro.

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