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Tratamento experimental poderá abrandar evolução da diabetes tipo 1

Logótipo de Notícias ao Minuto Notícias ao Minuto há 6 dias Vânia Marinho
© Fornecido por New adVentures, Lda.

Num novo estudo, um grupo de investigadores suecos testou um novo método para treinar o sistema imunitário a parar de atacar as próprias células de produção de insulina do corpo. Os resultados do estudo foram publicados ontem no New England Journal of Medicine.

Nas pessoas com diabetes tipo 1, o sistema imunitário erroneamente reconhece certas proteínas nas células beta como corpos estranhos invasores e começa uma atacá-las. Assim que as células beta são mortas o pâncreas passa a produzir pouca ou nenhuma insulina, a hormona que regula como o corpo absorve o açúcar do sangue para ser usado para energia. Como resultado disso os pacientes precisam de seguir tratamentos para toda a vida, como injeções de insulina, para conseguir manter níveis normais de açúcar no sangue.

Neste pequeno estudo, que contou com seis participantes, os investigadores injetaram uma proteína naturalmente encontrada nas células beta diretamente nos nodos linfáticos dos pacientes. O método mostrou-se eficaz a abrandar a evolução da diabetes tipo 1, permitindo que algumas células beta continuassem a produzir insulina.

Se a eficácia deste tratamento for confirmada em ensaios maiores, a terapia poderá trazer uma série de benefícios para os pacientes com diabetes tipo 1. A capacidade de produzir a secreção de insulina, mesmo que seja a níveis muito baixos, diminui drasticamente o risco de complicações com os pacientes, como episódios de níveis de açúcar no sangue perigosamente baixos, disse o Dr. Johnny Ludvigsson, professor sénior de pediatria na Linköping University e principal autor do estudo, ao Live Science.

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