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Passeio Verde: Caminhada pelo património natural da Mata do Bussaco

Logótipo de Boa Cama Boa Mesa Boa Cama Boa Mesa 08/01/2019 BCBM
Boa Cama Boa Mesa © Divulgação Boa Cama Boa Mesa

Temeu-se o pior, depois da passagem da tempestade Leslie, em outubro. Contabilizaram-se diversos estragos, dezenas de árvores caídas e prejuízos de cerca de meio milhão de euros. Depois de terminada a primeira fase de recuperação, a Mata Nacional do Bussaco reabriu ao público no final de dezembro. Para janeiro, conte com diversas iniciativas que pretendem voltar a atrair visitantes a este espaço único em Portugal, independentemente, da língua portuguesa tropeçar entre Buçaco, a designação atual, e Bussaco que, oficialmente, se mantém na escrita das entidades locais.

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Assim, a Fundação Mata do Bussaco (Luso. Tel. 231937000) promove no próximo dia 19 de janeiro, “uma caminhada pelo património natural”, orientada por monitores especializados, que prometem conduzir todos os participantes até um “verdadeiro oásis de biodiversidade”. O evento começa às 10h00, tem a duração de cerca de duas horas e custa €5 (obriga a inscrição prévia). No domingo, dia 20 de janeiro, às 10h00, pode também participar na iniciativa “A Floresta Revis(i)tada”, integrada nos chamados “Domingos no Bussaco”(€5, com inscrição prévia). O objetivo é descobrir os animais e as plantas que habitam a mata, com destaque para as aves florestais, do tentilhão e dos pica-paus, até à águia-calçada ou o açor. Em terra, e com sorte, terá oportunidade de observar diversos répteis, como o lagarto-de-água ou a cobra-de-escada, e anfíbios como a salamandra-lusitânica e o tritão de ventre-laranja. Durante a noite, a Mata Nacional do Bussaco guarda outras surpresas, dos morcegos às raposas.

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Considerada uma das matas “mais ricas em património natural, arquitetónico e cultural”, este espaço divide-se em quatro unidades de paisagem: Arboreto, Jardins e Vale dos Fetos, Floresta Relíquia e Pinhal do Marquês. Estão assinalados diversos trilhos, que ajudam a conhecer toda a mata, destacando-se o Trilho Militar, que evoca a Batalha do Bussaco e as invasões napoleónicas. Fechado, pelo menos até março para oras de requalificação, está outro dos pontos de interesse da mata, o Convento de Santa Cruz do Bussaco, ligado à prática eremítica dos Carmelitas Descalços. Através do Trilho da Via-Sacra terá acesso a outra singularidade (mística) deste espaço…

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A entrada na Mata Nacional do Bussaco (entre as 9h00 e as 19h00) é gratuita para quem se desloque a pé ou de bicicleta. As visitas aos diversos trilhos temáticos (só se realizam com grupos constituídos por quatro ou mais pessoas) custam €7, por pessoa. No interior deste oásis encontra ainda uma esplanada, ideal para relaxar ou uma refeição ligeira, e uma loja, onde pode adquirir desde vinhos da Bairrada e doces regionais, como os "Caramujos" e as "Cavacas do Luso", até produtos de apicultura do Bussaco, licores e peças artesanais. Pode (e deve) ficar ainda a conhecer infusões, especiarias e aromas criados a partir de diversas espécies vegetais que crescem na mata.

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Para quem procura um contacto mais profundo com a natureza, nada melhor do que ficar alojado numa das antigas casas dos guardas florestais, devidamente recuperadas e com tipologias entre T2 e T3 +1. Os valores das Casas do Bussaco, com tarifas a partir de €75. Outra opção é o Palace Hotel do Buçaco (desde €120), cujo edifício parece saído de um conto de fadas. O hotel também dispõe de restaurante. Para provar os melhores pratos regionais pode também fazer uma paragem no restaurante Manuel Júlio (EN 1, Santa Luzia. Tel. 239913512).

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