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«O Rennes não me deixou ir aos Jogos Olimpicos e essa é a maior tristeza»

Há quatro anos, por estes dias, Afonso Figueiredo dava os primeiros passos no Rennes e na Ligue 1. Para assinar um contrato de quatro temporadas com os franceses, o lateral esquerdo recusara um convite do Benfica e outras abordagens de importantes clubes europeus. O tempo passou, Afonso voltou a Portugal e na época 2019/2020 foi o capitão do Desportivo das Aves. Aos 27 anos viveu as experiências mais absurdas de uma carreira já com muito para contar e sentiu na pele o que é ter de contar os dias para receber um salário que nunca chegava no dia certo. A entrevista ao Maisfutebol é um testemunho profundo sobre o futebol profissional real em Portugal, um depoimento de rara abertura e que mostra as dificuldades inaceitáveis vividas por um plantel da I Liga. Afonso resistiu até ao fim, em nome do respeito por um clube com 90 anos e pelo símbolo que transportava no braço esquerdo. Já após o final da temporada, o internacional sub23 português rescindiu contrato e partiu para um retiro espiritual no Algarve. É um jogador livre e apetecível no mercado de transferências.
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