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Doadores prometem quase 7 mil milhões para sírios vulneráveis

A quarta conferência de Bruxelas de doadores de fundos de ajuda aos sírios e aos países que os acolhem, organizada pela União Europeia e pelas Nações Unidas, recolheu o compromisso da comunidade internacional de atribuir à causa 6 mil e 900 mil milhões de euros para este e o próximo ano. "Quero sublinhar que este evento acontece num momento particularmente dificil. Por um lado, a Covid-19 está a aumentar os problemas humanitários num mundo inteiro e ao mesmo tempo, por outro lado, é óbvio que a Covid-19 está a ter um profundo impacto nas economias dos doadores", explica Janez Lenarcic, Comissário Europeu para a Gestão de Crises. Sobre as sanções, que poderão ter um efeito sobre as populações e vítimas da guerra, o chefe da diplomacia da União descarta qualquer impacto. "Posso falar sobre as sanções da União Europeia para reafirmar veementemente que as sanções da União não têm como alvo a população civil. Não temos sanções sobre a ajuda humanitária ou medicamentos", insiste Josep Borrell. Mais de nove anos depois do início da guerra, os combates perderam intensidade, mas o número de sírios que enfrentam a insegurança alimentar aumentou 42%. São agora quase 10 milhões de pessoas.

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