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Ocidente condena adoção da lei da segurança para Hong Kong

A adoção da polémica lei da segurança para Hong Kong atraiu duras críticas do Ocidente contra Pequim. Em pleno aniversário da retrocessão, a China é acusada de querer pôr fim à fórmula "um país, dois sistemas" negociada com o Reino Unido, com vista à devolução do território em 1997. A oposição denuncia um duro golpe para o estatuto de autonomia e as liberdades em Hong Kong. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia: "A nova legislação não respeita a lei básica de Hong Kong, nem os compromissos internacionais da China, tanto em termos do processo de adoção, como na substância. Somos bastante claros a esse respeito." Dominic Raab, chefe da diplomacia britânica: "Apelamos à China para recuar, respeitar os direitos do povo de Hong Kong e cumprir as suas obrigações internacionais, através da declaração conjunta à comunidade internacional." A chefe do executivo de Hong Kong, fiel a Pequim, defendeu a lei acusando o Ocidente de conduzir uma política de "dois pesos e duas medidas". Carrie Lam, chefe do executivo de Hong Kong: "Para os governos e políticos estrangeiros que levantam objeções à legislação, só se pode lamentar a duplicidade de critérios que estão a adotar. Todos os países que apontam o dedo à China têm a sua própria legislação de segurança nacional em vigor." O movimento pró-democracia em Hong Kong teme fortes represálias face à nova lei, que prevê que os "crimes" considerados "contra a segurança nacional" sejam passíveis de penas de prisão perpétua e que dita que a justiça chinesa é agora competente para decidir sobre os crimes considerados mais "graves".
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