Está a utilizar uma versão de browser mais antiga. Utilize uma versão suportada para obter a melhor experiência possível com o MSN.

Vantagem do "sim" no referendo à reforma constitucional russa

Dois terços dos eleitores russos terão apoiado a reforma constitucional que permite ao presidente Vladimir Putin candidatar-se à sua própria sucessão no cargo de presidente da federação russa em 2024. De acordo com os primeiros resultados oficiais, 70 por cento dos eleitores votaram a favor, 30 por cento expressaram-se contra. Em período de coronavírus, todo o cuidado com a limpeza é pouco, pelo menos em Moscovo. "Um grupo especial chega ao local e faz a desinfeção de duas em duas horas. Quando a votação termina, acontece o mesmo", diz Petr Isaev, presidente de uma assembleia de voto em Moscovo. Tal como em eleições precedentes, há relatos de irregularidades. Neste caso, um eleitor diz que há coação. "Sou contra estas alterações constitucionais e eles estão a tentar aprová-las a todo custo. No meu trabalho eles forçam as pessoas, independentemente de serem a favor ou contra, querem forçar as pessoas a ir votar. A máquina de propaganda trabalha a todo o vapor e estou contra . Por isso vim aqui votar", diz. Muitos são a favor já que há várias alterações constitucionais, para lá de permitir que Putin fique no poder até 2036. "Votámos de forma positiva, dissemos sim. Acreditamos que vamos ter mudanças positivas nas nossas vidas, em termos de medicina vai haver alterações positivas, esperamos", diz um senhor. A repórter da Euronews, Galina Polonskaya, explica que "quase 50 milhões de pessoas votaram nos cinco dias, de acordo com a Comissão Central Eleitoral. Este é um dia decisivo... um mínimo de participação eleitoral não foi estabelecido. A Constituição reformada já está à venda nas livrarias. Está escrito que tem valor assim que forem publicados os resultados em todo o país".
image beaconimage beaconimage beacon