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Alemanha e Portugal reforçam oferta de ajuda à Grécia

A Alemanha aceita receber mais 1.500 migrantes além dos 109 menores já acolhidos de entre as vítimas dos incêndios no campo de acolhimento de Moria, na Grécia. Portugal também se disponibilizou esta terça-feira a receber uma centena de desalojados pelo fogo neste campo da ilha de Lesbos, onde estavam albergadas cerca de 12 mil pessoas. As disponibilidades de Alemanha e Portugal foram conhecidas ao mesmo tempo que as autoridades gregas anunciavam a detenção de um sexto suspeito pelo alegado fogo posto que destruiu o campo. Os suspeitos são de origem afegã, incluem dois menores já transferidos para campos continentais, e estão todos a ser interrogados pela polícia. O ministro grego da Proteção dos Cidadãos, Michalis Chrusochoidis, garantiu que, "no final, a retidão, a segurança, a saúde pública e a normalidade vão prevalecer". O Presidente do Conselho Europeu visitou esta terça-feira o novo acampamento de Lesbos após ter-se reunido com o Primeiro-Ministro grego, Kyriakos Mitsotakis, em Atenas. Charles Michel disse que a União Europeia está determinada em mostrar mais solidariedade com a Grécia. O governo grego aproveitou para pedir à União Europeia para se juntar à gestão dos novos campos de acolhimentos de migrantes no leste do país, como parte desse alegado "desafio europeu comum". A visita de Charles Michel foi também aproveitada pelos habitantes de Lesbos para apelar ao governo grego e à União Europeia para transferirem o mais rapidamente possível os migrantes para o continente. Kalliopi Geri reside em Lesbos e, à Euronews, assumiu-se "solidária com o pedido", que disser "justo", manifestado pelos migrantes "de quererem ir para os países pretendidos para poderem reconstruir as suas vidas". "Temos uma exigência comum, tanto os residentes de Lesbos como os migrantes, de sair desta situação, que é muito má e stressante, e que arruinou a economia na ilha", garantiu-nos a residente, que participava na manifestação de apelo aos governantes. Os habitantes de Lesbos argumentam que a ilha foi transformada numa prisão para milhares de migrantes, mas que também eles se sentem presos e que a situação piora de dia para dia.

Desporto

SIC Notícias

RTP

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