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Triumph quer expandir horizontes no Brasil. Veja entrevista!

Logotipo do(a) Motociclismo Online Motociclismo Online 16/07/2019 Willian Teixeira

Waldyr Ferreira é Diretor-geral da Triumph do Brasil, uma das 12 subsidiárias da fabricante britânica de motos pelo mundo que atua diretamente em 13 países, com mais de 600 concessionárias no planeta e produção anual superior a 67 mil motocicletas. Ele foi entrevistado por Ismael Baubeta, editor da MOTOCICLISMO, e falou sobre a história da marca, seu posicionamento e planos para o Brasil, o mercado de motos clássicas, entre outros assuntos.

Waldyr Ferreira, Diretor-geral da Triumph do Brasil (Foto: Divulgação) © Motociclismo Online Waldyr Ferreira, Diretor-geral da Triumph do Brasil (Foto: Divulgação)

A Triumph é uma das marcas mais antigas do mundo (a primeira data de 1902), a marca forneceu mais de 100.000 motos na primeira e segunda guerras mundiais, para os exércitos aliado e britânico. Isto ajudou a internacionalizar e distribuir as motos da marca?

Waldyr Ferreira: Sim a Triumph atua desde 1902, são 117 de marca, são mais de 30 anos nas mãos da família que detém a marca Triumph atualmente. Há um fenômeno curioso, pois, estudando o universo das duas rodas, você acaba percebendo que esse movimento do fornecimento de produtos para as grandes guerras ajudou sem dúvida nenhuma não só a Triumph, mas todas as marcas. Os players que datam o século 19, praticamente todos foram fornecedores para as grandes guerras, quando iniciou-se o grande volume de produção, com diferentes dificuldades estas fábricas atravessaram um século produzindo. Diria que a Triumph também se aproveitou dessa oportunidade para tornar-se uma marca centenária e lendária.

Waldyr Ferreira e Ismael Baubeta (Foto: Divulgação) © Motociclismo Online Waldyr Ferreira e Ismael Baubeta (Foto: Divulgação)

Depois da guerra começou com as competições, daí a vitória em Le Mans com uma Tiger 100, depois o recorde de velocidade em Bonneville. Conte mais do universo e DNA esportivo da Triumph que pouca gente conhece.

Waldyr Ferreira: O TT da Ilha de Man, e a palavra velocidade que você usou, eu acho que transmitem bem o que a marca pretende no tema e está no DNA desde 1907 com a Triumph já vencendo a primeira prova na Ilha de Man, desde então a marca não parou mais. A Triumph tem produtos icônicos ao longo de sua trajetória como a própria família Bonneville, as Daytonas, as Speed R, que culmina agora com a nova motorização 765 da Street Triple e que certamente nos dá oportunidade de falar um pouco sobre a Moto2. Então, esportividade é algo que está realmente nas veias, desde os primórdios da marca. Cuidamos e investimos neste DNA, porque há um consumidor muito apaixonado, que infelizmente no Brasil tem limitações para utilizar a motocicleta, pelo número restrito de pistas em comparação com a Europa ou nos Estados Unidos por exemplo.

Confira no vídeo a entrevista completa!

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