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3 dicas para se tornar um chefe revolucionário

Logotipo do(a) Forbes Brasil Forbes Brasil 13/07/2018 Redação

Debra Corey, diretora da Reward Gateway e coautora do livro "Build It: A Rebel Playbook for Employee Engagement" (Manual Prático Rebelde para Engajar Funcionários, em tradução livre), trabalhou por mais de 20 anos no RH de um empresa antes de se tornar uma líder, promotora de grandes transformações, capazes de mudar a forma de trabalhar e a postura de sua equipe.

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“Se você me perguntasse há três anos se eu era uma profissional rebelde, eu teria dito que de jeito nenhum. Profissionalmente, fui ensinada a adicionar cor ao meu trabalho, mas sempre dentro dos limites das linhas. No final das contas, eu ainda era mais uma chefe seguidora do que uma revolucionária, infratora de regras”, diz Debra.

Após começar em sua função atual na Reward Gateway, onde ultrapassar limites é um dos valores da empresa, ser boa o bastante já não era suficiente. Debra precisava se sair ainda melhor.

Para impulsioná-la, Glenn Elliott, fundadora da Reward Gateway, convidou-a para dividir a autoria de um livro sobre como conseguir o envolvimento dos funcionários com a rebeldia. “Comecei a aventura, com medo e excitação: medo de não conseguir atender ao desempenho esperado para o meu cargo e como coautora do manual, e excitação por ser desafiada a desenhar fora da caixa e parar de pensar de forma tradicional. Aprendi muito nessa jornada, que espero que inspire outros líderes a se tornarem rebeldes à sua maneira”, diz Debra.

Veja na galeria de fotos a seguir, três dicas de Debra para causar uma verdadeira revolução nos negócios:

1. Crie sua própria definição: O livro de Debra e Elliott define um rebelde como alguém que desafia o status quo, quebra as regras tradicionais e, fundamentalmente, trata sua equipe de forma diferente. Cada profissional pode interpretar o conceito de forma diversa, a depender do ponto de partida e do quão aberta a mudanças a companhia está. Sobre o assunto, a coautora diz: “No meu primeiro ano em meu atual trabalho, criei um benefício de licença global para quem teve filhos, neutra em termos de gênero, que oferece um ano de afastamento remunerado. Isso soa rebelde ou como algo que eu não poderia fazer em outras empresas onde trabalhei? Absolutamente, sim. Em muitas organizações, o benefício dessa licença global e neutra de gênero é visto como rebeldia. Dessa forma, é possível dizer que uma abordagem é melhor que outra? Não. A chave é definir e interpretar as políticas que melhor se adequem à sua cultura, valores e ponto de partida. Simplesmente copiar o que os outros fazem não causa disruptura e revolução, além de ter grandes chances de falhar por não ser o ideal para a sua empresa. 3 dicas para se tornar um chefe revolucionário

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