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Doria vê PSDB fortalecido, mas evita falar em 2022; FHC quer frente ampla

Logotipo do(a) Poder360 Poder360 29/11/2020 Paulo Motoryn
O governador João Doria (PSDB) vota em sua seção eleitoral, em São Paulo © Divulgação/Governo de São Paulo O governador João Doria (PSDB) vota em sua seção eleitoral, em São Paulo

O governador João Doria (PSDB) e o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) foram aos seus locais de votação acompanhados pelo prefeito Bruno Covas (PSDB), candidato à reeleição em São Paulo.

Os tucanos comentaram o desempenho do partido nas eleições municipais e responderam a perguntas sobre os planos da sigla para 2022.

FHC recebeu Covas em sua casa, em Higienópolis, e foi com o prefeito ao colégio Sion, em Higienópolis, onde votou. Em conversa com os jornalistas após sair da seção de votação, falou sobre estratégias para derrotar Jair Bolsonaro na próxima eleição presidencial.

O ex-presidente afirmou que o PSDB pode participar de uma frente ampla para derrotar o bolsonarismo nas eleições de 2022, mas não descartou que o partido tenha 1 candidato próprio à Presidência.

“Sempre fui favorável à união dos partidos. Agora, frente ampla não se faz só em torno de pessoas, tem que ver o que a pessoa vai falar”, afirmou.

FHC disse que João Doria é “forte candidato” a disputar as eleições presidenciais, mas ponderou que “há outros” nomes. Para ele, “quem vai decidir é o povo. Os partidos vão votar em quem tem mais chance de ganhar”, declarou.

Depois de acompanhar o ex-presidente, Covas foi ao encontro de Doria. O governador também falou rapidamente com a imprensa sobre o pleito.

“A [eventual] reeleição de Bruno Covas é uma confirmação de força e eficiência da gestão do PSDB e da gestão Bruno Covas”, afirmou.

“É 1 resgate do plano nacional. O PSDB caminha para ter o maior numero de eleitores em todo o Brasil. Veremos isso após a apuração, mas caminha para ser uma retomada para o PSDB nacionalmente”, disse.

Perguntado sobre suas pretensões para as eleições presidenciais de 2022, o governador evitou falar no assunto.

“Nós não temos que pensar na próxima eleição. Temos que pensar na pandemia, temos que superar a gravíssima crise do coronavírus. Precisamos fazer a vacinação para libertar os brasileiros da pandemia, para que a normalidade seja retomada”, declarou.

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