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Polícia cumpre mandado em imóvel de Bolsonaro no Rio

Logotipo do(a) Poder360 Poder360 18/06/2020 Poder360
Assessora de Flávio Bolsonaro mora em casa do presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro © Sérgio Lima/Poder360 - 16.jun.2020 Assessora de Flávio Bolsonaro mora em casa do presidente Jair Bolsonaro no Rio de Janeiro

A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro cumprem, na manhã desta 5ª feira (18.jun.2020), 1 mandado de busca e apreensão em uma casa que pertence ao presidente Jair Bolsonaro em Bento Ribeiro, na Zona Norte do Rio.

A ação faz parte de da operação Anjo, 1 desdobramento da operação Furna da Onça, que apura esquema de rachadinha na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro).

O imóvel em Bento Ribeiro foi usado como 1 dos comitês de campanha eleitoral do presidente Jair Bolsonaro na Zona Norte do Rio. Consta na prestação de contas do chefe do Executivo feita ao TSE para candidatura a presidente em 2018.

Atualmente, quem mora na casa é Alessandra Esteves Marins. Ela faz parte da equipe de apoio no Rio a que o senador Flávio Bolsonaro tem direito.

De acordo com o Ministério Público, o mandado na casa de Bento Ribeiro é cumprido contra Alessandra, que também já foi servidora da Alerj.

Também são alvo da operação a ex-servidora da Alerj Luiza Paes Sousa, Matheus Azeredo Coutinho, que ainda é funcionário da Casa Legislativa, e o advogado Luis Gustavo Botto Maia.

De acordo com o Ministério Público, além da busca e apreensão, a Justiça  do Rio de Janeiro que incluem busca e apreensão, afastamento da função pública, obrigatoriedade de comparecimento mensal à Justiça e a proibição de contato com testemunhas.

Fabrício Queiroz é preso

Dentro da operação, 1 mandado de prisão foi cumprido em São Paulo contra o ex-assessor do senador Flávio Bolsonaro, na manhã desta  5ª feira (18.jun). Fabrício Queiroz, ex-assessor de Flavio Bolsonaro, foi preso.

Queiroz é investigado depois de constatação de movimentações bancárias atípicas em suas contas. Relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) apresentou a movimentação de R$ 1,2 milhão de 2016 a 2017.

Os pagamentos recebidos por Queiroz eram em datas próximas da folha de pagamento dos funcionários do gabinete, o que leva à suspeita de devolução de parte do salário, a chamada rachadinha.

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