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Eleições 2018: o que os candidatos pensam sobre a reforma trabalhista

Logotipo do(a) VEJA.com VEJA.com 08/06/2018 Da Redação
Reforma trabalhista – Trabalhador – Trabalho: Reforma trabalhista alterou mais de 100 pontos da CLT © VEJA.com Reforma trabalhista alterou mais de 100 pontos da CLT

Álvaro Dias (Podemos)

Votou contra o projeto no Senado em protesto contra o governo.Tem dito que promoverá uma avaliação dos resultados para discutir se fará a “reforma da reforma” em 2019

Ciro Gomes (PDT)

Promete um plebiscito para revogar a reforma trabalhista aprovada pelo governo Temer.

Flávio Rocha (PRB)

O empresário é a favor da reforma aprovada pelo governo Temer, sobretudo pelas restrições à abertura de ações judiciais pelos trabalhadores e a extinção da contribuição sindical. “Filiação e a contribuição a um sindicato devem ser uma escolha”.

Geraldo Alckmin (PSDB)

Defende a reforma proposta aprovada pelo governo Temer.

Guilherme Boulos (PSOL)

É contra a reforma proposta pelo governo Temer e considera que a medida aprofunda a desigualdade social.

Henrique Meirelles (MDB)

Favorável à medida, já afirmou que a legislação trabalhista do Brasil “não foi feita para o mundo de hoje”

Jair Bolsonaro (PSL)

Votou a favor da proposta na Câmara dos Deputados. Em sabatinas e entrevistas, ele tem repetido o diz ouvir de empresários: que os trabalhadores brasileiros podem ter que escolher entre ter “menos empregos e mais direitos” ou o oposto.

João Amoêdo (Novo)

Defende a reforma trabalhista, mas acha que ela pode ser “melhorada”.

Manuela D’Ávila (PCdoB)

É a favor da revogação da reforma trabalhista aprovada pelo governo Temer.

Marina Silva (Rede)

É contra a reforma proposta pelo governo Temer. Entre suas críticas está a possibilidade de trabalho intermitente: “É inadmissível ter trabalhadores que ficam em processo de espera, sendo convocados a qualquer momento pelo empregador.”

Rodrigo Maia (DEM)

Não votou com a prerrogativa de ser o presidente da Câmara.

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